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Posted by on mai 1, 2013 in Avaliação Educacional, Psicologia | 0 comments

10 things academics say students get wrong in exams

Claire Shaw
guardian.co.uk, Tuesday 30 April 2013 08.46 BST

Not many students would admit to enjoying taking exams or writing essays, but if you want to get a degree, they’re an ordeal you have to survive.

So we’ve worked out how to make the whole thing a little less stressful. We’ve persuaded four academics from a range of subject areas to tell us the top 10 things students get wrong in exams and coursework. This is what they’ve told us:

Panic and procrastination

Sometimes a task can feel so overwhelming that it’s difficult to begin, says Amber Regis, lecturer in 19th century literature at the University of Sheffield. Procrastination takes over and you just can’t seem to get anything done. The bare white page is a formidable foe when it stares back at you, untouched, from the library desk. Try not to panic, protect and manage your preparation time, and don’t put off getting started.

Lack of analysis

It can be tempting to parrot everything you know when writing essays and exam answers. But to demonstrate your understanding you should engage critically with your source material. Always assume an informed reader — they do not need a plot summary or biographies of key figures. Read through the marking scheme used by your department. You will notice some very telling words and phrases attached to the highest marks, for example: “originality of interpretation”, “astute engagement” and “critical thought”. To fulfil these criteria, you must favour analysis.

Poor planning

In exams it’s vital that you don’t jump the gun. Take the first five to 10 minutes to read through the paper and plan the questions you’re going to answer in order of how confident you feel in that subject area, says Bhavik Patel, lecturer in physical and analytical chemistry at University of Brighton. Make sure you secure the marks on the questions that you find easiest to answer first, before attempting questions that are more difficult. The latter often make you lose confidence and time during exam conditions.

Not reading the question properly

When revising, students often rehearse answers in their head. says Roy Jackson, course leader in religion, philosophy and ethics at theUniversity of Gloucestershire. “Although we don’t deliberately intend to catch them out in exams, we do set questions that requires them to think and reflect under timed conditions. But instead students will often pick up key words in the question and write out a rehearsed response.”

This can be avoided by taking some time to reflect upon the question, rather than seeing that as wasted time and rushing to fill the pages.

Focusing on word count

In both exam responses and coursework, students are often more concerned with quantity rather than quality. The best essays are those that demonstrate evidence of personal reflection and are not just trying to achieve a word limit.

Insufficient reading around a subject

During revision time, students are too selective in what they choose to read, selecting one or two books and remembering as much from those as possible. What comes across in a good essay is confidence, and this can only be achieved by demonstrating plenty of reading on a subject, so that you can be prepared for any question that you come across. This also requires giving yourself plenty of time to read, and not leaving it until a few days before an exam or assignment.

Regurgitating in-class or lecture material

In English we are looking for excitement and originality of thought backed up by evidence and we don’t want you to take our formulations as gospel truth, says Martin Eve, lecturer in English literature at the University of Lincoln. Challenge – and think for yourself.

Over-generalisation

Always make sure your statements are specific and show self-awareness. Do say: “There is no one single representation of working-class life in post-50s British fiction”. Don’t ever go for something like: “Novels that feature the working class show us that these people…”

Carelessness

Getting characters’ names or other basic factual details wrong just smacks of not caring. If you don’t care enough to do this correctly when you’re paying to be at university, what will an employer think when he or she is paying you?

Spelling, grammar and register

Universities have a standard academic English in which you should write. The best way to become proficient at this is to read a great number of academic journal articles and books and mirror the register, language and tone (but not the content: never plagiarise!). It can also help to write a small amount every day as a form of practice.

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Posted by on nov 24, 2012 in Avaliação Educacional, ENEM, INEP, Psicométrica, TRI | 0 comments

Educação, um investimento arriscado. Resultado do Enem 2011.

 

Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF – ASPA-DF

 

Existem inúmeros desafios que a educação nos tem imposto. Também há muitos obstáculos pela frente com as cotas sociais e raciais que dividem (em percentual ainda incerto) as oportunidades de acesso à universidade pública entre alunos cotistas e alunos não cotistas. De outro lado, a qualidade da educação pública e os artifícios mirabolantes encontrados pelos seus gestores ainda não nos dão segurança de que a qualidade da educação melhorará em médio prazo. Por tudo isso, costumamos dizer que investimento em educação no Brasil é tão inseguro, incerto e arriscado quanto o investimento na bolsa de valores.

Mais uma vez os pais e alunos têm diante de si a dura realidade de nossas escolas. O DF ainda é o 4º lugar em termos de boas escolas. O DF é a unidade da Federação com maior número de escolas privadas proporcionalmente e a cada ano surge uma nova escola. Empresários de diversos ramos estão de olho na renda per capita do brasiliense, a maior do País. Isso tudo acende o sinal vermelho para nós, pais, que investimos não só na educação privada, mas na pública através da alta carga tributária e dela não usufruímos.

Como sempre dizemos: no DF contamos nos dedos de uma mão as escolas que têm efetivamente uma melhor qualidade de ensino, que são em torno de cinco e, entra ano e sai ano, essa realidade não muda. Temos 652 escolas públicas e 480 privadas. Esse número exíguo de escolas com bons resultados só nos mostram o quanto temos que ficar de olho no dinheiro investido ao longo do ano com escolas.

Pesa ainda o fato de que o Enem só avalia as escolas que têm o ensino médio. Ficam de fora as escolas que vão até o 5º ano e aquelas que vão até o 9º ano. Nesse caso, o investimento é feito às cegas, pois não há avaliação censitária pelo INEP nessas etapas de ensino. No ano passado, estivemos no INEP e entregamos um ofício onde pedimos que essas escolas fossem avaliadas censitariamente pela PROVA BRASIL, em nosso último contato com aquele órgão sequer localizaram nosso ofício!

O ENEM desse ano trouxe uma excelente novidade: a não divulgação das notas das escolas que não contaram com, ao menos, 50% de participação de seus alunos matriculados. Isso estava sendo usado por escolas pouco éticas, pois selecionavam alunos e figuravam artificialmente no topo da lista, ignorando, entretanto, a sua colocação em grau de participação percentual estabelecido no Enem 2010. Essas distorções apenas desaparecerão quanto o ENEM for obrigatório.

Os dados divulgado no ENEM 2011 apenas refletem os dados do IDEB, divulgados recentemente, que apontaram a estagnação do ensino privado. sobre Isso para nós não era novidade, pois os pais sentem isso no dia a dia. Para refletirmos um pouco sobre esses dados, destacamos algumas preocupações dos pais de alunos.
Sabemos que o Enem não mede todos os aspectos da qualidade do ensino de uma escola, mas dá, sim, um forte indício para orientar onde investir de acordo com seus objetivos. A ASPA quer mais que o 4º lugar para o DF, por isso continuará lutando e pressionando Governo e escolas por uma melhor qualidade do ensino. O DF deve ser modelo para o restante do País, só falta mais ação e menos exploração.

Luis Claudio Megiorin, Presidente da ASPA, Coordenador da CONFENAPA e Membro da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-DF

INDICADORES PARA OS QUAIS OS INVESTIDORES (PAIS) DEVEM ATENTAR QUANTO AO RESULTADO DO ENEM 2011

FATOS:
- Dentre as 20 melhores escolas do Brasil, a nossa Capital não figura com nenhuma instituição*;

- O DF possui 480 escolas privadas e apenas cerca de 5 delas apresentam um resultado satisfatório à sociedade;

- As escolas que vão apenas até os 5ºs e 9ºs anos não são avaliadas censitariamente, pois não possuem o ensino médio, aí o investimento é feito no escuro;

- As escolas que possuem filiais não conseguem manter o mesmo grau de aprovação nos vestibulares e notas no ENEM, ou seja, nome pode não garantir a mesma qualidade;

- As escola mais bem avaliadas não possuem filiais e têm turmas reduzidas;

- Algumas escolas possuem salas superlotadas, além do recomendado, cerca de 50 alunos por sala, o que implica em baixa interação com os professores e menor rendimento;

- Os indicadores do IDEB 2012 mostraram estagnação das escolas privadas e o ENEM 2011 confirma esse fato;

- Algumas escolas públicas tiveram desempenho equivalentes às escolas privadas!

- Colégio Militar de Brasília não figura entre as 10 melhores escolas públicas do Brasil**

- A cotas sociais e raciais, somadas às cotas raciais existentes nas universidades, abocanharão mais da metade das vagas nas universidades;

RANKING DAS 5 MELHORES PRIVADAS DO DF:

Nº Participantes Percentual % Nota

1º OLIMPO 42 87,50 675
2º PODION 19 51,35 656
3º GALOIS 128 64,65 651
4º SIGMA – SUL 297 61,49 649
5º SIGMA – NORTE 142 56,13 645

RANKING DAS 5 MELHORES ESCOLAS PÚBLICAS DO DF

(1º COL. MILITAR D.PII – PÚBLICO/PRIVADO) ?
62 62 578
1º CEM INTEGR. GAMA 69 64,49 551
2º CEM SETOR OESTE 218 68,13 534
3º CED 03 GUARÁ 60 54,55 526
4º CEM ASA NORTE CEAN 72 52,55 516
5º CEM TAGUAT NORTE 223 73,11 515

Acesse a Aspa-DF.

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Posted by on ago 20, 2012 in Avaliação Educacional | 0 comments

Vídeo: Avaliando a Avaliação

Professor, vale conferir!

Avaliando a Avaliação

 

Título: Avaliando a avaliação [Escola em discussão]
Tipo do recurso: Vídeo
Objetivo: Descrever os métodos e uso da avaliação escolar
Descrição do recurso: Episódio do programa Escola em discussão, da TV Escola. Mostra o papel que a avaliação de alunos deve ter no processo educativo. Aborda como aplicar os três tipos básicos de avaliação que são inicial, contínua e final
Observação: Duração: 15 min, 10 s. Colaborador(es): Fernanda Couto (Apresentadora). Entrevista com a pedagoga Maria Tereza Perez Soares e as professoras Adriana Messias Alves, Adelina Matos Dias, Marly de Souza Barbosa e Ivaneide Dantas Silva
Componente Curricular: Educação Superior::Ciências Humanas::Educação
Tema: Educação Superior::Ciências Humanas::Educação::Avaliação da Aprendizagem
Autor(es): Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Idioma: Português (pt)
País: Brasil (br)
Fonte do recurso: Ministério da Educação, Portal Domínio Público
Endereço eletrônico: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=50410
Detentor do direito autoral: Brasil. Ministério da Educação (MEC). Portal Domínio Público
Licença: O acervo disponível para consulta neste endereço eletrônico (http://www.dominiopublico.gov.br) é composto, em sua grande maioria, por obras que se encontram em domínio público ou obras que contam com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais pendentes
Submetido por: Universidade de Brasília (UnB)
URI: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/8767
Disponível em: Educação Superior: Ciências Humanas: Educação: Vídeos

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