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Posted by on fev 6, 2013 in Avaliação Psicológica, Ciência, Pesquisa, Psicologia | 0 comments

International Psychological Applications Conference and Trends 2013

 

CALL FOR ABSTRACTS

International Psychological Applications Conference and Trends 2013
26 to 28 of April 2013 – Madrid, Spain
http://www.inpact-psychologyconference.org

= Important Dates (2nd call) =
Abstract submissions: 22 of February, 2013
Authors’ notifications: 18 of March, 2013
Registration: until 5 of April, 2013

= Keynote Speaker =
Professor Howard S. Schwartz, Oakland University, USA

= Conference Goals =
The goal for this conference is to offer a new approach to the discussion and presentation of the psychological science nowadays. We expect to engage and interact with authors and researchers from various countries, cultures and fields in the area. We provide the answer to expose new quality developments in research and theoretical findings in Applied Psychology. Some main areas are chosen and divided in more detailed sub-themes (see below), not omitting other topics regarding groundbreaking contributions that might benefit attendees at the conference.

= InPACT format =
The conference will cover many types of presentation formats, incorporating Invited Keynote Speakers, oral and thematic showcases. Among the conference materials, given to all registered attendees, a CD-ROM will be provided with the Proceedings delivered at the conference.

A book with selected papers from the conference will be published. Publication opportunities will also be available from selected international journals.

= Themes of Interest =
To develop the conference program we have chosen five main broad-ranging categories in Applied Psychology, which also covers different interest areas:
- In CLINICAL PSYCHOLOGY: Emotions and related psychological processes; Assessment; Psychotherapy and counseling; Addictive behaviors; Eating disorders; Personality disorders; Quality of life and mental health; Communication within relationships; Services of mental health; and Psychopathology.

- In EDUCATIONAL PSYCHOLOGY: Language and cognitive processes; School environment and childhood disorders; Parenting and parenting related processes; Learning and technology; Psychology in schools; Intelligence and creativity; Motivation in classroom; Perspectives on teaching; Assessment and evaluation; and Individual differences in learning.

- In SOCIAL PSYCHOLOGY: Cross-cultural dimensions of mental disorders; Employment issues and training; Organizational psychology; Psychology in politics and international issues; Social factors in adolescence and its development; Social anxiety and self-esteem; Immigration and social policy; Self-efficacy and identity development; Parenting and social support; and Addiction and stigmatization.

- In LEGAL PSYCHOLOGY: Violence and trauma; Mass-media and aggression; Intra-familial violence; Juvenile delinquency; Aggressive behavior in childhood; Internet offending; Working with crime perpetrators; Forensic psychology; Violent risk assessment; and Law enforcement and stress.

- In COGNITIVE AND EXPERIMENTAL PSYCHOLOGY: Perception, memory and attention; Decision making and problem-solving; Concept formation, reasoning and judgment; Language processing; Learning skills and education; Cognitive Neuroscience; Computer analogies and information processing (Artificial Intelligence and computer simulations); Social and cultural factors in the cognitive approach; Experimental methods, research and statistics; and Biopsychology.

= Types of Contributions =
All submissions are subjected to a blind-review refereeing process and are divided in these categories:
- Oral Presentations
- Posters
- Symposium sessions
- Roundtable/debate sessions
- Workshops
- Virtual presentations

Corporates can also showcase their products or services in the conference exhibitions area by contacting the secretariat or publicity email (provided below).

= Conference Date and  Location=
InPACT 2013 will be held in Madrid, Spain, in TRYP AMBASSADOR
Cuesta de Santo Domingo, 5 y 7. 28013, and will occur from 26 to 28 of April 2013.

= Contacts =
Conference email: secretariat@inpact-psychologyconference.org

Publicity email: publicity@inpact-psychologyconference.org

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Posted by on jan 23, 2013 in Educação, Psicologia | 0 comments

Como escolher a escola para a criança com deficiência intelectual?

MARIA LAURA ALBUQUERQUE – DO UOL, EM SÃO PAULO – FOLHA DE SÃO PAULO – 23/01/2013 – SÃO PAULO, SP

Escolher a escola é uma das decisões importantes que os pais têm de fazer sobre o futuro do filho. Quando a criança tem alguma deficiência intelectual, os adultos se deparam com a necessidade de definir ainda se a matrícula será em sala regular –em que ela conviverá com colegas da mesma faixa etária – ou em uma especial (em uma instituição específica ou em uma comum que ofereça turma separada), na qual ficará reunido somente com alunos que tenham algum tipo de deficiência.

Qual é a melhor opção? A opinião dos especialistas não é unânime. Depende, de acordo com Estevão Vadasz, coordenador de projetos de transtornos do desenvolvimento e coordenador-chefe do Ambulatório de Autismo, ambos do IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas) da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Vadasz diz que, para tomar a decisão, os pais, auxiliados por médicos e outros especialistas que trabalham com deficiências intelectuais, devem levar em conta o grau de atraso da criança, que é mensurado com testes neuropsicológicos e clínicos.

Se a deficiência for de grau muito leve, o especialista afirma que a pessoa pode frequentar a classe regular e, no período em que não estuda, ter assistência especializada para o reforço.

No caso de deficiência com grau profundo, é interessante que o aluno esteja em uma sala especial para a aprendizagem das disciplinas clássicas, como língua portuguesa e matemática, e se reúna com todos para aprender arte, esportes, música e outras atividades com caráter lúdico. `Se a família insistir para o filho com atraso profundo ficar na classe regular, estará se iludindo`, de acordo com Vadasz.

O psiquiatra ainda afirma que o problema de o estudante com deficiência intelectual de grau profundo fazer parte de uma turma regular também tem a ver com os professores. Vários não estão preparados para a situação. É importante não esquecer que muitos autistas, por exemplo, precisam de atendimento individualizado.

Desafios versus aprendizagem

Fazendo um contraponto bastante severo a Vadasz, Jean-Robert Poulin, pesquisador canadense em inclusão escolar e coordenador do curso de formação de professores em Atendimento Educacional Especializado da UFCE (Universidade Federal do Ceará), declara que segregar alguém à sala especial, seja lá qual for a deficiência, é o mesmo que ensinar uma pessoa a nadar fora da piscina. `É necessária a convivência com todos e o enfrentamento de desafios cotidianos para haver aprendizagem.`

Rita Vieira de Figueiredo, pesquisadora em inclusão escolar e coordenadora do mesmo curso que o canadense, afirma que obviamente o aluno com deficiência terá mais dificuldade para realizar a mesma tarefa que os demais. Para resolver a questão, basta o professor variar o formato de apresentação, flexibilizar o tempo e as expectativas e traçar metas de aprendizagem condizentes com ele, sem subestimá-lo. `Todos podem aprender`, afirma Rita.

Para o período em que a criança não está na aula, ela sugere que o estudante frequente a chamada sala de recursos (espaço para atendimento especializado de estudantes com necessidades educacionais especiais) e seja atendido para trabalhar questões pontuais, como problemas de fala, de compreensão e de expressão.

A pediatra Ana Cláudia Brandão, responsável pelo ambulatório de Síndrome de Down do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também diz que a turma regular é a melhor opção. Ela chama atenção para o risco de, na classe especial, convivendo somente ou a maior parte do tempo com colegas com deficiência, o aluno desenvolver um comportamento estereotipado.

`É na diversidade que ele vai ter contato com pessoas de comportamento diferente e aprenderá com elas`, diz Ana Cláudia. Isso ajudaria a evitar, por exemplo, que a criança faça birra ou grite quando quer algo e, em consequência, sofra preconceito.

Embora discordem quanto ao tipo de sala de aula para a pessoa com deficiência intelectual, Vadasz, Poulin, Rita e Ana Claudia concordam que é essencial que os pais não afastem os filhos do convívio social em geral. `A vida não é só escola. A criança tem de frequentar vários ambientes. Isso é importante para evitar que ela desenvolva distúrbios de comportamento`, diz Estevão Vadasz.

Ana Claudia ainda diz que, para educar alguém com deficiência intelectual, a família não pode esquecer que a criança vai se tornar um adulto e, por isso, precisa aprender coisas, fazer amizades, passear, ter sonhos, fazer planos e enfrentar desafios para ganhar autonomia.

`Os pais devem se identificar com os professores, com o projeto pedagógico e com o espaço físico. Não é necessário que a escola já tenha experiência com deficiências: o corpo docente aprende a trabalhar com uma situação diferente quando ela existe`, declara a pediatra.

Escola regular: um direito

Os pais precisam estar cientes de que o filho com deficiência tem o direito de estudar em uma escola regular. O acesso é assegurado porque o Brasil decretou em 2009 que tudo o que está escrito na Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de 2007, deve ser cumprido.

Em território nacional também tem poder de lei o texto da Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência, assinada na Guatemala, em 1999. Ambos os documentos garantem o direito à educação de todas as pessoas com deficiência nas escolas comuns: a matrícula tem de ser aceita.

`Ir à escola é essencial para qualquer pessoa. Se alguém com deficiência intelectual for deslocado para uma vida social à parte, sofrerá uma perda social considerável. A escola é o lugar onde as pessoas aprendem a viver a vida pública. Sem levá-la à escola, os próprios pais estarão negando esse direito aos filhos`, diz Maria Teresa Égler Mantoan, professora da Faculdade de Educação e coordenadora do Leped (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade, ambos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

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Posted by on dez 6, 2012 in Ciência, Psicologia | 0 comments

Reconhecida evolução do sector psicológico em Angola

Agência Angola Press

Luanda – O bastonário da Ordem dos Psicólogos de Angola, Carlinhos Zassala, reconheceu, hoje, quinta-feira, em Luanda, haver evolução do sector psicológico no país, com o aumento de cursos de psicologias nas universidades e o surgimento de profissionais formados no estrangeiro.

Carlinhos Zassala fez esta apreciação à imprensa momentos após a abertura das primeiras jornadas da prática em Ciências Psicológicas, tendo sublinhado que a Faculdade de Ciência Sociais, da Universidade Agostinho Neto (UAN), as universidades Católica, Jean Piaget e a Universidade Privada de Angola (UPRA) têm contribuído para o aumento do número de estudantes licenciados em psicologia no país.

Actualmente, indicou, há cerca de 380 psicólogos filiados na ordem, 16 especialidades de psicologia a serem ministrados no país, que conta com uma população estudantil estimada em cerca de 4 mil e 800 estudantes.

“Só a Faculdade de Ciências Sociais da UAN já lançou para o mercado de emprego mais de 150 psicólogos, nas áreas clínica, trabalho e escolar”, realçou.

O país, ressaltou, está a receber também muitos profissionais angolanos formados em psicologia, oriundos do estrangeiro, fundamentalmente de Portugal e Brasil, que vêm ajudar a melhorar o sector.

Apesar dessa evolução, referiu, o número de psicólogos no país ainda é insuficiente para satisfazer a demanda.

Só na área da psicologia escolar, exemplificou, o país necessita com urgência de seis mil profissionais num curto espaço de tempo para cobrir o número de pacientes, além de outras áreas como a psicologia do trabalho, clínica, criminal e mobilidade urbana e trânsito.

Participaram do encontro, realizado no Instituto Superior Politécnico de Angola, responsáveis da OPA, psicólogos, professores, académicos, entre outros convidados ligados à área.

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