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Posted by on dez 3, 2013 in Educação, Pisa, TRI | 0 comments

PISA 2012 Results

PISA 2012 is the programme’s 5th survey. It assessed the competencies of 15-year-olds in reading, mathematics and science (with a focus on mathematics) in 65 countries and economies.

Around 510 000 students between the ages of 15 years 3 months and 16 years 2 months participated in the assessment, representing about 28 million 15-year-olds globally.

The students took a paper-based test that lasted 2 hours. The tests were a mixture of open-ended and multiple-choice questions that were organised in groups based on a passage setting out a real-life situation. A total of about 390 minutes of test items were covered.  Students took different combinations of different tests. They and their school principals also answered questionnaires to provide information about the students’ backgrounds, schools and learning experiences and about the broader school system and learning environment.

Ver original na página da OCDE.

Resultados do Brasil (em inglês).

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Posted by on set 12, 2013 in Avaliação Educacional, INEP, Prêmio Inovação | 0 comments

Experiência bem-sucedida vira lei em município fluminense

INEP
Prêmio Inovação
06 de Setembro de 2013

Sistema de ensino em Rio das Ostras (RJ) registrou elevado crescimento no Ideb em quatro anos ao implantar método próprio de avaliação dos estudantes (foto: Maurício Rocha)

Em 2007, o município de Rio das Ostras, na Região dos Lagos fluminense, implantou o Sistema de Avaliação Educacional (Saero), com o propósito de reduzir a distorção idade-série e o número de reprovações. O índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) nas séries iniciais do ensino fundamental das escolas municipais era então de 5,0. Quatro anos depois, em 2011, Rio das Ostras alcançou o índice de 5,7 e superou as metas estabelecidas no Ideb para aquele ano. Em razão dos bons resultados, o sistema de avaliação foi institucionalizado pela Lei Municipal nº 1.764/2012.

O Saero consiste na obtenção de dados que apontem avanços e defasagens no desempenho escolar de cada estudante do ensino fundamental. Antes de se tornar lei municipal, a experiência foi uma das dez vencedoras, em 2011, do Prêmio Inovação em Gestão Educacional, promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

De acordo com o diretor do Departamento de Avaliação Sistêmica da Secretaria de Educação de Rios das Ostras, Maurício Santana, a conquista do prêmio foi fundamental para o Saero ser transformado em lei. “Com a promulgação da lei, a previsão, em 2013, é de avaliarmos mais de 16 mil estudantes do ensino fundamental”, destaca Santana. É meta da secretaria, em 2014, estender a aferição a outras etapas da educação básica.

Prêmio — Até o dia 30 próximo estão abertas as inscrições para a quarta edição do Prêmio Inovação em Gestão Educacional. Podem concorrer experiências desenvolvidas por órgãos municipais gestores do ensino. Elas devem estar em vigência e implantadas há pelo menos 18 meses, além de já ter apresentado resultados. Os dirigentes municipais podem inscrever até quatro experiências, uma para cada área temática do prêmio:

  • Gestão pedagógica — Relacionada ao planejamento e à organização do sistema educacional do município e das unidades escolares quanto ao gerenciamento de recursos e à elaboração e execução de projetos pedagógicos.
  • Gestão de pessoas — Relacionada ao uso de métodos e técnicas que envolvam a formação e o desenvolvimento dos profissionais, bem como ao incentivo à participação em decisões políticas e técnicas e valorização de mérito.
  • Planejamento e gestão — Relacionada ao uso de métodos e técnicas de gestão pública na educação do município.
  • Avaliação e resultados educacionais — Relacionada ao desenvolvimento e ao uso de instrumentos e de tecnologias de avaliação e de monitoramento dos processos e resultados educacionais do município e seu uso na orientação em tomadas de decisões de gestão e de práticas educativas.

Assessoria de Comunicação Social do Inep

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Posted by on mai 1, 2013 in Avaliação Educacional, Psicologia | 0 comments

10 things academics say students get wrong in exams

Claire Shaw
guardian.co.uk, Tuesday 30 April 2013 08.46 BST

Not many students would admit to enjoying taking exams or writing essays, but if you want to get a degree, they’re an ordeal you have to survive.

So we’ve worked out how to make the whole thing a little less stressful. We’ve persuaded four academics from a range of subject areas to tell us the top 10 things students get wrong in exams and coursework. This is what they’ve told us:

Panic and procrastination

Sometimes a task can feel so overwhelming that it’s difficult to begin, says Amber Regis, lecturer in 19th century literature at the University of Sheffield. Procrastination takes over and you just can’t seem to get anything done. The bare white page is a formidable foe when it stares back at you, untouched, from the library desk. Try not to panic, protect and manage your preparation time, and don’t put off getting started.

Lack of analysis

It can be tempting to parrot everything you know when writing essays and exam answers. But to demonstrate your understanding you should engage critically with your source material. Always assume an informed reader — they do not need a plot summary or biographies of key figures. Read through the marking scheme used by your department. You will notice some very telling words and phrases attached to the highest marks, for example: “originality of interpretation”, “astute engagement” and “critical thought”. To fulfil these criteria, you must favour analysis.

Poor planning

In exams it’s vital that you don’t jump the gun. Take the first five to 10 minutes to read through the paper and plan the questions you’re going to answer in order of how confident you feel in that subject area, says Bhavik Patel, lecturer in physical and analytical chemistry at University of Brighton. Make sure you secure the marks on the questions that you find easiest to answer first, before attempting questions that are more difficult. The latter often make you lose confidence and time during exam conditions.

Not reading the question properly

When revising, students often rehearse answers in their head. says Roy Jackson, course leader in religion, philosophy and ethics at theUniversity of Gloucestershire. “Although we don’t deliberately intend to catch them out in exams, we do set questions that requires them to think and reflect under timed conditions. But instead students will often pick up key words in the question and write out a rehearsed response.”

This can be avoided by taking some time to reflect upon the question, rather than seeing that as wasted time and rushing to fill the pages.

Focusing on word count

In both exam responses and coursework, students are often more concerned with quantity rather than quality. The best essays are those that demonstrate evidence of personal reflection and are not just trying to achieve a word limit.

Insufficient reading around a subject

During revision time, students are too selective in what they choose to read, selecting one or two books and remembering as much from those as possible. What comes across in a good essay is confidence, and this can only be achieved by demonstrating plenty of reading on a subject, so that you can be prepared for any question that you come across. This also requires giving yourself plenty of time to read, and not leaving it until a few days before an exam or assignment.

Regurgitating in-class or lecture material

In English we are looking for excitement and originality of thought backed up by evidence and we don’t want you to take our formulations as gospel truth, says Martin Eve, lecturer in English literature at the University of Lincoln. Challenge – and think for yourself.

Over-generalisation

Always make sure your statements are specific and show self-awareness. Do say: “There is no one single representation of working-class life in post-50s British fiction”. Don’t ever go for something like: “Novels that feature the working class show us that these people…”

Carelessness

Getting characters’ names or other basic factual details wrong just smacks of not caring. If you don’t care enough to do this correctly when you’re paying to be at university, what will an employer think when he or she is paying you?

Spelling, grammar and register

Universities have a standard academic English in which you should write. The best way to become proficient at this is to read a great number of academic journal articles and books and mirror the register, language and tone (but not the content: never plagiarise!). It can also help to write a small amount every day as a form of practice.

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Posted by on jan 30, 2013 in Educação, ENEM, MEC, TRI | 0 comments

Enem: edital deve sair em maio; duas edições estão descartadas

DA REDAÇÃO – TERRA EDUCAÇÃO – 30/01/2013 – SÃO PAULO, SP

O cronograma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ainda não está definido. O Ministério da Educação (MEC), contudo, prevê a divulgação do edital em maio, com inscrições entre junho e julho e provas no final de outubro. Novamente, haverá apenas uma edição este ano. A ideia de se fazer duas provas anuais, defendida com veemência pela presidente Dilma e pelo então ministro da Educação (hoje prefeito de São Paulo) Fernando Haddad no início de 2012, foi descartada por ainda não haver condições técnicas para garantir dois testes em 2013.

Segundo a assessoria do MEC, o atual ministro, Aloizio Mercadante, não é contra as duas edições, apenas acredita que, por enquanto, é preciso garantir a eficiência na aplicação de uma prova. Assim, a proposta de duas edições só deve voltar a ser discutida a partir do ano que vem.

Entre os motivos apontados pelo ministério para rejeitar a aplicação de duas provas no momento está o elevado custo do exame. Em 2012, por exemplo, foi gasto um valor estimado de R$ 270 milhões, já descontando a receita com o valor arrecadado com as inscrições. A logística para aplicar uma prova para mais de quatro milhões de estudantes ainda desafia os técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao MEC responsável pelo Enem.

Para 2012, o MEC havia agendado a aplicação de duas provas: uma em abril e outra em novembro. No entanto, após as falhas verificadas na edição de 2011 (vazamento de questões da prova), a etapa de abril foi cancelada. Em janeiro de 2012, a presidente Dilma minimizou os sucessivos erros no certame e garantiu duas edições para 2013. `Nós melhoramos, vamos melhorar ainda mais e vamos ter depois, no ano que vem (2013), duas edições`, afirmou na ocasião. A ideia de duas edições era uma bandeira do ministro Haddad, que queria ver o Enem substituir todos os vestibulares do País. As falhas, no entanto, o fizeram recuar do plano original.

 

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