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Posted by on set 3, 2013 in Educação, MEC | 0 comments

Ministério da Educação faz plano para acelerar educação de alunos atrasados

AGÊNCIA ESTADO - IG ÚLTIMO SEGUNDO – 01/09/2013 – SÃO PAULO, SP

O Ministério da Educação (MEC) está desenvolvendo um programa para acelerar estudantes com idade entre 15 e 17 anos que ainda estão no ensino fundamental para que eles acessem o ensino médio. As ações do Programa Nacional de Adequação de Idade/Ano Escolar serão voltadas para cerca de 2,6 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não conseguiram passar do 9.º ano.

O programa está sendo elaborado pelo MEC e é uma das ações planejadas para o plano geral de reformulação do ensino médio, chamado de Compromisso Nacional Pelo Ensino Médio. A proposta para essa fase, considerado o maior gargalo da educação do País, está em debate com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) desde o ano passado. As redes estaduais dominam as matrículas nessa etapa.

Os planos do MEC incluem, além da produção de materiais específicos, a formação de professores para escolas de ensino fundamental que tenham estudantes com distorção idade/série em jornada ampliada. A pasta pretende induzir a produção de uma proposta curricular específica para os jovens acessarem o ensino médio.

Segundo o MEC, o programa está mapeando onde estão os estudantes atrasados. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica da ONG Todos Pela Educação, os 2,6 milhões de alunos de 15 a 17 anos que ainda estavam em 2011 no ensino fundamental representam 25,5% do total de jovens nessa faixa etária. A maior parte, 52%, estava no ensino médio e o restante havia abandonado a escola.

Plano

As preocupações com o ensino médio se intensificaram depois da divulgação da última edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ano passado. Apesar de o índice mostrar avanço no ensino fundamental, o médio ficou estagnado no País.

O anúncio oficial não tem data, mas o governo sinalizou que vai haver expansão da jornada para o ensino médio integral associada à educação profissional e à elaboração de currículo dividido em áreas do conhecimento, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e não mais por matérias. O Enem tem quatro áreas: Ciências Humanas, da Natureza, Matemática e Linguagens. Também haverá um programa específico de bolsa para 100 mil alunos dessa etapa. A ideia é estimular alunos do ensino médio a cursarem licenciatura em Ciências.

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Posted by on mar 5, 2013 in Avaliação Educacional, Educação Superior, MEC | 0 comments

Novo Instrumento de Avaliação de IES

ROBERTA MURIEL CARDOSO – REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA – 05/03/2013 – BELO HORIZONTE, MG

O INEP, por meio da Nota Técnica Nº 08 CGACGIES/DAES/INEP, apresentou proposta de um novo Instrumento de Avaliação para as Instituições de Ensino Superior – IES, elaborado pela Comissão de Revisão dos Instrumentos, aprovada pela CONAES e pelo CNE em reuniões realizadas em dezembro de 2012 e janeiro de 2013.

Este novo instrumento proposto traz inúmeras modificações e parece se aproximar bem mais das finalidades do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES do que o instrumento utilizado até então.

A avaliação, conforme a proposta do SINAES, exige um instrumento flexível que possibilite um diálogo entre o avaliado e o avaliador, buscando a formação de sentido por meio de uma análise quantitativa e também qualitativa.

O novo instrumento, se bem utilizado por avaliadores capacitados, pode garantir os princípios definidos nas Diretrizes do SINAES que são o respeito à diversidade e à identidade das instituições de ensino, fundamentais para o apoio que estas IES precisam na busca pela qualidade da educação que oferecem.

O instrumento organiza-se em cinco eixos em que estão incluídas as dez dimensões definidas pela Lei 10.861/2004.

Este novo instrumento será utilizado para subsidiar os atos de credenciamento e recredenciamento de instituições de ensino para oferta presencial, além de subsidiar atos de transformação de organização acadêmica das IES.

Em cumprimento à legislação, o INEP tornou pública a proposta buscando um diálogo com as IES que poderão se pronunciar com sugestões acerca do novo instrumento que terá sua versão final apresentada no dia 15 de março de 2013.

O novo Instrumento de Avaliação Institucional Externa será um dos temas discutidos em nosso Curso de Atualização – Novas Regras que Envolvem a Avaliação e a Supervisão, que será realizado no dia 18 de março de 2013 em Belo Horizonte.

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Posted by on mar 3, 2013 in Avaliação Educacional, Banco de Itens, Censo Educacional, Educação, Educação Superior, ENEM, INEP, MEC, Prova Brasil, Saeb, Testagem adaptativa, TRI | 0 comments

Governo convoca hackers a criar programas com dados educacionais

Evento com realização do Inep e da Fundação Lemann terá premiação em dinheiro

iG São Paulo | 01/03/2013 16:53:23

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial uma convocação para que hackers entrem em seus bancos de dados. Um concurso batizado de Hackaton de Dados Educacionais vai estimular a criação de programas, games e ferramentas montados com as informações existentes sobre a Educação no País.

“O Hackathon é uma maratona de hackers, programadores, desenvolvedores e inventores em geral para promover o desenvolvimento de projetos que visem a transparência de informações públicas por meio de tecnologias digitais”, diz a página do evento .

Os participantes da maratona deverão desenvolver softwares, tais como: sites; aplicativos de celular; gráficos interativos; visualização de dados e novos serviço que promovam a mobilização da sociedade com foco na melhoria educacional do país.

O Hackathon Dados da Educação Básica acontecerá de 12 a 14 de abril em Brasília e oferecerá 3 prêmios aos vencedores para que desenvolvam os projetos apresentados: 1º colocado: R$5mil; 2º colocado: R$3mil; 3º colocado: R$2mil.

As propostas devem ser submetidas até o dia 15 de março. Esclarecimentos adicionais poderão ser obtidos pelo e-mail daeb.hackaton@inep.gov.br.

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Posted by on fev 8, 2013 in Avaliação Educacional, Censo Educacional, Educação, Educação Superior, INEP, MEC, Pesquisa | 0 comments

Preenchimento do Censo da Educação Superior 2012 vai até 26 de abril

 

Fonte: MARIANA TOKARNIA – AGÊNCIA BRASIL – 07/02/2013 – BRASÍLIA, DF

Teve início essa semana, na segunda-feira (4), o prazo para preenchimento dos questionários online no portal do Ministério da Educação (MEC) para a realização do Censo da Educação Superior 2012. As instituições de ensino superior terão até 26 de abril para o preenchimento dos dados.

O Censo da Educação Superior reúne informações sobre os cursos oferecidos pelas instituições superiores, vagas ofertadas, inscrições, matrículas, alunos ingressantes e concluintes, além de informações sobre docentes. Os questionários são preenchidos pelo representante legal ou pelo chamado pesquisador institucional. O responsável pela verificação e organização das informações é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O censo ainda é utilizado no cálculo de indicadores de qualidade do ensino superior, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC).

Durante o prazo para preenchimento do questionário, os pesquisadores institucionais podem fazer alterações ou inclusões a qualquer momento. Após esse período, o Inep verificará a consistência dos dados coletados. O sistema do censo será então reaberto para conferência e validação dos dados pelas instituições.

A reabertura este ano ocorrerá do dia 14 de maio a 19 de junho. As instituições que não participarem do censo terão a situação avaliada pelo Inep. A divulgação do levantamento será feita no dia 12 de agosto.

O modelo atual do censo é definido pelo Decreto 6.425, de 4 de abril de 2008. O objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor.

De acordo com o Censo do Ensino Superior 2011, divulgado em outubro de 2012, pelo MEC, o número de matriculas na educação superior subiu 5,7% no período de 2010 a 2011. Quanto às universidades federais, atualmente são 59. A previsão do governo federal é que até 2014 o Brasil tenha 63 universidades federais, com 321 campi distribuídos em 272 municípios.

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Posted by on fev 7, 2013 in Avaliação Educacional, Educação, ENEM, INEP, MEC, Prova Brasil, Saeb, TRI | 0 comments

Prova Brasil avaliará ciências a partir deste ano, diz Mercadante

Exame é aplicado a alunos de 5º e 9 º ano do fundamenta e 3º ano do ensino médio

Fonte: R7 em 6/2/2013 e Estadão Conteúdo

O governo federal vai introduzir neste ano, de forma amostral, questões de ciências na Prova Brasil, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Hoje, o exame, que é aplicado aos alunos de 5.º e 9.º ano do ensino fundamental e 3.º ano do ensino médio das redes públicas do País, avalia português e matemática.

— Num primeiro momento, (a medida) não terá o objetivo de interferir na nota do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), mas será a preparação para isso. A Prova Brasil do 5.º e do 9.º ano (do ensino fundamental) terá ciências também.

O Ideb combina o resultado do desempenho dos estudantes em avaliações (Prova Brasil/Saeb) com a taxa de aprovação.

A Prova Brasil é uma avaliação em larga escala do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), aplicada a cada dois anos em escolas públicas urbanas e rurais que possuem turmas de 20 ou mais estudantes. O objetivo é avaliar o sistema educacional, analisando o desempenho de alunos, docentes e servidores.

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As escolas são selecionadas pelo Inep com base em dados do Censo Escolar. As provas são formadas por quatro blocos – dois de língua portuguesa e dois de matemática. Não são divulgados resultados individuais dos estudantes, já que o objetivo é avaliar a unidade e o sistema de ensino.

Simulado

Mercadante também afirmou que o Inep está disposto a apoiar todas as prefeituras que quiserem promover simulados da Prova Brasil.

— “Teremos uma avaliação pedagógica que indicará onde a escola está bem, onde não está. Estamos dispostos a apoiar todo mundo que quiser fazer simulado. Vamos colocar as questões à disposição e ajudar a viabilizar as provas.

No caso do ensino médio, o MEC quer substituir a Prova Brasil/Saeb, amostral, pelo ENem (Exame Nacional do Ensino Médio). Questionado sobre o assunto, o ministro disse que “as administrações públicas, as secretarias de Educação e os estudantes já trocaram” a Prova Brasil/Saeb pelo Enem na avaliação do ensino médio.

— Já trocaram porque é concreto: a escola coloca ou não o estudante em uma federal, no ProUni (Programa Universidade para Todos), no Ciência sem Fronteiras, nas cotas. Esse vai ser o debate, não tem outro.

O ministro considerou “bobagem”as críticas de que o governo estaria tentando “maquiar” a avaliação do ensino médio, após o resultado do Ideb do ensino médio apontar para uma estagnação – o índice foi de 3,6 (Ideb 2009) para 3,7 (2011).

— O Enem hoje é o foco dos estudantes do ensino médio, é o que define a vida deles. É para onde os pais estão olhando, para onde a escola está olhando.

Mercadante também elogiou o parecer do CNE (Conselho Nacional de Educação) que flexibiliza a Lei Geral da Copa e autoriza as escolas de todo País a manterem suas atividades durante o campeonato. O texto determina que os sistemas de ensino “deverão ajustar os calendários escolares” de forma que o período de férias compreenda todo o período do Mundial.

— Não tem Copa em todas as cidades nem todos os jogos são prioridade. Temos de mostrar que educação é prioridade.”

Debate

A inclusão de ciências na Prova Brasil – o que deixará o exame mais parecido com o teste do Pisa (Programa Internacional de Avaliação) – é vista com bons olhos por especialistas consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo. No entanto, alguns deles criticam a falta de debate sobre como os assuntos deveriam abordados no exame. Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, afirma que a “discussão não aconteceu até hoje, nem mesmo com a definição das matrizes curriculares de português e matemática”.

Especialistas também questionam a não inclusão de outras disciplinas na avaliação. “Por que não incluir de forma amostral história e geografia?”, questiona Alexandre Oliveira, da consultoria Meritt Informação Educacional. O ideal, segundo Marcio da Costa, professor da Faculdade de Educação da UFRJ, é que a matriz funcione como um indutor do próprio currículo do ensino básico.

O presidente do CNE, José Fernandes de Lima, afirmou que a ideia é finalizar finalizar até julho as diretrizes de ciências. É esperado que o MEC se guie por esse estudo.

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Posted by on jan 30, 2013 in Educação, ENEM, MEC, TRI | 0 comments

Enem: edital deve sair em maio; duas edições estão descartadas

DA REDAÇÃO – TERRA EDUCAÇÃO – 30/01/2013 – SÃO PAULO, SP

O cronograma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ainda não está definido. O Ministério da Educação (MEC), contudo, prevê a divulgação do edital em maio, com inscrições entre junho e julho e provas no final de outubro. Novamente, haverá apenas uma edição este ano. A ideia de se fazer duas provas anuais, defendida com veemência pela presidente Dilma e pelo então ministro da Educação (hoje prefeito de São Paulo) Fernando Haddad no início de 2012, foi descartada por ainda não haver condições técnicas para garantir dois testes em 2013.

Segundo a assessoria do MEC, o atual ministro, Aloizio Mercadante, não é contra as duas edições, apenas acredita que, por enquanto, é preciso garantir a eficiência na aplicação de uma prova. Assim, a proposta de duas edições só deve voltar a ser discutida a partir do ano que vem.

Entre os motivos apontados pelo ministério para rejeitar a aplicação de duas provas no momento está o elevado custo do exame. Em 2012, por exemplo, foi gasto um valor estimado de R$ 270 milhões, já descontando a receita com o valor arrecadado com as inscrições. A logística para aplicar uma prova para mais de quatro milhões de estudantes ainda desafia os técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao MEC responsável pelo Enem.

Para 2012, o MEC havia agendado a aplicação de duas provas: uma em abril e outra em novembro. No entanto, após as falhas verificadas na edição de 2011 (vazamento de questões da prova), a etapa de abril foi cancelada. Em janeiro de 2012, a presidente Dilma minimizou os sucessivos erros no certame e garantiu duas edições para 2013. `Nós melhoramos, vamos melhorar ainda mais e vamos ter depois, no ano que vem (2013), duas edições`, afirmou na ocasião. A ideia de duas edições era uma bandeira do ministro Haddad, que queria ver o Enem substituir todos os vestibulares do País. As falhas, no entanto, o fizeram recuar do plano original.

 

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