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Posted by on fev 6, 2013 in Avaliação Psicológica, Ciência, Psicologia | 0 comments

VI Congresso Nacional de Avaliação Psicológica/ IX Congresso Iberoamericano de Avaliação Psicológica

Prezados colegas de área,

Reitero mensagem informando que em 2013 ocorrerá, em Maceió/AL, o VI Congresso Nacional de Avaliação Psicológica/ IX Congresso Iberoamericano de Avaliação Psicológica. 

O evento será realizado de 4 a 7 de junho de 2013, em Maceió.

As inscrições do congresso já estão abertas no site http://www.ibapnet.org.br/congresso2013/
data limite para a submissão de trabalhos é 10 de março de 2013.
Novamente, esta será uma excelente oportunidade para divulgar trabalhos
feitos na área da avaliação psicológica, fazer contato com pesquisadores e profissionais da AP e atualizar seus conhecimentos por meio dos cursos, conferências e mesas-redondas.

A programação dos cursos também já está disponível 
no site
http://www.ibapnet.org.br/congresso2013/?pgn=inscricoes

Contamos com a presença de todos vocês para que tenhamos um evento da mesma qualidade do congresso realizado em 2011, na cidade de Bento Gonçalves/RS.

Saudações,
Comissão Coordenadora do Congresso

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Posted by on jan 23, 2013 in Educação, Psicologia | 0 comments

Como escolher a escola para a criança com deficiência intelectual?

MARIA LAURA ALBUQUERQUE – DO UOL, EM SÃO PAULO – FOLHA DE SÃO PAULO – 23/01/2013 – SÃO PAULO, SP

Escolher a escola é uma das decisões importantes que os pais têm de fazer sobre o futuro do filho. Quando a criança tem alguma deficiência intelectual, os adultos se deparam com a necessidade de definir ainda se a matrícula será em sala regular –em que ela conviverá com colegas da mesma faixa etária – ou em uma especial (em uma instituição específica ou em uma comum que ofereça turma separada), na qual ficará reunido somente com alunos que tenham algum tipo de deficiência.

Qual é a melhor opção? A opinião dos especialistas não é unânime. Depende, de acordo com Estevão Vadasz, coordenador de projetos de transtornos do desenvolvimento e coordenador-chefe do Ambulatório de Autismo, ambos do IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas) da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Vadasz diz que, para tomar a decisão, os pais, auxiliados por médicos e outros especialistas que trabalham com deficiências intelectuais, devem levar em conta o grau de atraso da criança, que é mensurado com testes neuropsicológicos e clínicos.

Se a deficiência for de grau muito leve, o especialista afirma que a pessoa pode frequentar a classe regular e, no período em que não estuda, ter assistência especializada para o reforço.

No caso de deficiência com grau profundo, é interessante que o aluno esteja em uma sala especial para a aprendizagem das disciplinas clássicas, como língua portuguesa e matemática, e se reúna com todos para aprender arte, esportes, música e outras atividades com caráter lúdico. `Se a família insistir para o filho com atraso profundo ficar na classe regular, estará se iludindo`, de acordo com Vadasz.

O psiquiatra ainda afirma que o problema de o estudante com deficiência intelectual de grau profundo fazer parte de uma turma regular também tem a ver com os professores. Vários não estão preparados para a situação. É importante não esquecer que muitos autistas, por exemplo, precisam de atendimento individualizado.

Desafios versus aprendizagem

Fazendo um contraponto bastante severo a Vadasz, Jean-Robert Poulin, pesquisador canadense em inclusão escolar e coordenador do curso de formação de professores em Atendimento Educacional Especializado da UFCE (Universidade Federal do Ceará), declara que segregar alguém à sala especial, seja lá qual for a deficiência, é o mesmo que ensinar uma pessoa a nadar fora da piscina. `É necessária a convivência com todos e o enfrentamento de desafios cotidianos para haver aprendizagem.`

Rita Vieira de Figueiredo, pesquisadora em inclusão escolar e coordenadora do mesmo curso que o canadense, afirma que obviamente o aluno com deficiência terá mais dificuldade para realizar a mesma tarefa que os demais. Para resolver a questão, basta o professor variar o formato de apresentação, flexibilizar o tempo e as expectativas e traçar metas de aprendizagem condizentes com ele, sem subestimá-lo. `Todos podem aprender`, afirma Rita.

Para o período em que a criança não está na aula, ela sugere que o estudante frequente a chamada sala de recursos (espaço para atendimento especializado de estudantes com necessidades educacionais especiais) e seja atendido para trabalhar questões pontuais, como problemas de fala, de compreensão e de expressão.

A pediatra Ana Cláudia Brandão, responsável pelo ambulatório de Síndrome de Down do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também diz que a turma regular é a melhor opção. Ela chama atenção para o risco de, na classe especial, convivendo somente ou a maior parte do tempo com colegas com deficiência, o aluno desenvolver um comportamento estereotipado.

`É na diversidade que ele vai ter contato com pessoas de comportamento diferente e aprenderá com elas`, diz Ana Cláudia. Isso ajudaria a evitar, por exemplo, que a criança faça birra ou grite quando quer algo e, em consequência, sofra preconceito.

Embora discordem quanto ao tipo de sala de aula para a pessoa com deficiência intelectual, Vadasz, Poulin, Rita e Ana Claudia concordam que é essencial que os pais não afastem os filhos do convívio social em geral. `A vida não é só escola. A criança tem de frequentar vários ambientes. Isso é importante para evitar que ela desenvolva distúrbios de comportamento`, diz Estevão Vadasz.

Ana Claudia ainda diz que, para educar alguém com deficiência intelectual, a família não pode esquecer que a criança vai se tornar um adulto e, por isso, precisa aprender coisas, fazer amizades, passear, ter sonhos, fazer planos e enfrentar desafios para ganhar autonomia.

`Os pais devem se identificar com os professores, com o projeto pedagógico e com o espaço físico. Não é necessário que a escola já tenha experiência com deficiências: o corpo docente aprende a trabalhar com uma situação diferente quando ela existe`, declara a pediatra.

Escola regular: um direito

Os pais precisam estar cientes de que o filho com deficiência tem o direito de estudar em uma escola regular. O acesso é assegurado porque o Brasil decretou em 2009 que tudo o que está escrito na Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de 2007, deve ser cumprido.

Em território nacional também tem poder de lei o texto da Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência, assinada na Guatemala, em 1999. Ambos os documentos garantem o direito à educação de todas as pessoas com deficiência nas escolas comuns: a matrícula tem de ser aceita.

`Ir à escola é essencial para qualquer pessoa. Se alguém com deficiência intelectual for deslocado para uma vida social à parte, sofrerá uma perda social considerável. A escola é o lugar onde as pessoas aprendem a viver a vida pública. Sem levá-la à escola, os próprios pais estarão negando esse direito aos filhos`, diz Maria Teresa Égler Mantoan, professora da Faculdade de Educação e coordenadora do Leped (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade, ambos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

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Posted by on dez 11, 2012 in Avaliação Psicológica, Psicologia | 0 comments

Ao Psicólogo do Trânsito: Resolução do Contran

Resolução Nº 425, de 27 de novembro de 2012, que Dispõe sobre o exame de aptidão física e mental, a avaliação psicológica e o credenciamento das entidades públicas e privadas de que tratam o art. 147, I e §§ 1º a 4º e o art. 148 do Código de Trânsito Brasileiro.

Alguns artigos que tratam da Avaliação Psicológica:

Art. 5º Na avaliação psicológica deverão ser aferidos, por métodos e técnicas
psicológicas, os seguintes processos psíquicos (Anexo XIII):
I – tomada de informação;
II – processamento de informação;
III – tomada de decisão;
IV – comportamento;
V – auto-avaliação do comportamento;
VI – traços de personalidade.
Art. 6º Na avaliação psicológica serão utilizados as seguintes técnicas e
instrumentos:
I – entrevistas diretas e individuais (Anexo XIV);
II – testes psicológicos, que deverão estar de acordo com resoluções vigentes do
Conselho Federal de Psicologia – CFP, que definam e regulamentem o uso de testes
psicológicos;
III – dinâmicas de grupo;
IV – escuta e intervenções verbais.
Parágrafo único. Para realização da avaliação psicológica, o psicólogo
responsável deverá se reportar às Resoluções do Conselho Federal de Psicologia que instituem
normas e procedimentos no contexto do Trânsito e afins.
Art. 7º A avaliação psicológica do candidato portador de deficiência física
deverá ser realizada de acordo com as suas condições físicas.

Os anexos XIII e XIV também fornecem orientações sobre a Avaliação Psicológica. Acesse a resolução completa:

Resolução nº425 do CONTRAN.

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Posted by on dez 7, 2012 in Pesquisa, Psicologia | 0 comments

Pesquisa: Representações sociais sobre padrões de beleza femininos

Compartilhando o link para uma pesquisa sobre padrão de beleza feminina das pesquisadoras:

Mestranda Carolina Piazzarollo Loureiro (cploureiro@gmail.com)

Profa. Dra. Valeschka Martins Guerra (valeschkamartins@gmail.com)

 

As participantes devem ser mulheres, jovens universitárias entre 18 e 25 anos, de etnia/raça branca ou negra.

————–

“Bom dia,
Estou realizando uma pesquisa sobre beleza feminina como parte das investigações do meu mestrado em Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo, e tenho como população foco jovens universitárias de 18 a 25 anos que se considerem de etnia/raça branca ou negra.

Se você se enquadrar nesse perfil, ficaria muito grata pela participação. Enquadrando-se ou não, também seria de grande ajuda a divulgação dessa pesquisa. Para acessá-la, copie e cole esse link em seu navegador:

http://ow.ly/fSblx

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Posted by on dez 6, 2012 in Ciência, Psicologia | 0 comments

Reconhecida evolução do sector psicológico em Angola

Agência Angola Press

Luanda – O bastonário da Ordem dos Psicólogos de Angola, Carlinhos Zassala, reconheceu, hoje, quinta-feira, em Luanda, haver evolução do sector psicológico no país, com o aumento de cursos de psicologias nas universidades e o surgimento de profissionais formados no estrangeiro.

Carlinhos Zassala fez esta apreciação à imprensa momentos após a abertura das primeiras jornadas da prática em Ciências Psicológicas, tendo sublinhado que a Faculdade de Ciência Sociais, da Universidade Agostinho Neto (UAN), as universidades Católica, Jean Piaget e a Universidade Privada de Angola (UPRA) têm contribuído para o aumento do número de estudantes licenciados em psicologia no país.

Actualmente, indicou, há cerca de 380 psicólogos filiados na ordem, 16 especialidades de psicologia a serem ministrados no país, que conta com uma população estudantil estimada em cerca de 4 mil e 800 estudantes.

“Só a Faculdade de Ciências Sociais da UAN já lançou para o mercado de emprego mais de 150 psicólogos, nas áreas clínica, trabalho e escolar”, realçou.

O país, ressaltou, está a receber também muitos profissionais angolanos formados em psicologia, oriundos do estrangeiro, fundamentalmente de Portugal e Brasil, que vêm ajudar a melhorar o sector.

Apesar dessa evolução, referiu, o número de psicólogos no país ainda é insuficiente para satisfazer a demanda.

Só na área da psicologia escolar, exemplificou, o país necessita com urgência de seis mil profissionais num curto espaço de tempo para cobrir o número de pacientes, além de outras áreas como a psicologia do trabalho, clínica, criminal e mobilidade urbana e trânsito.

Participaram do encontro, realizado no Instituto Superior Politécnico de Angola, responsáveis da OPA, psicólogos, professores, académicos, entre outros convidados ligados à área.

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