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Posted by on set 12, 2013 in Avaliação Educacional, Censo Escolar, Educação | 0 comments

MEC planeja alterações no censo escolar para auxiliar monitoramento do PNE

PRISCILLA BORGES – IG ÚLTIMO SEGUNDO – 11/09/2013 – SÃO PAULO, SP

O Ministério da Educação vai criar um sistema de auxilio para gestores de todos os municípios brasileiros acompanharem o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE). Para isso, algumas alterações no questionário do censo escolar serão feitas.

A informação foi dada pelo secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, Binho Marques, no congresso “Educação: agenda de todos, prioridade nacional” promovido pela organização Todos pela Educação, em Brasília. `Queremos ajudar os gestores a conhecer a própria realidade e assim teremos um PNE com mais chance de ter resultados`, disse.

Segundo Marques, os dados sobre o diagnóstico dos municípios em relação às metas do plano já foram levantados há mais de um ano. “Dependemos da aprovação do PNE para repassar a eles, já que alguns ajustes poderão ser necessários”, afirma.

O plano, que define metas e orientações para a educação em dez anos, tramita no Congresso Nacional há mais de três anos. O MEC elaborou sugestões de metas intermediárias para cada município, nos moldes do Inep. A lei não prevê isso.

Monitoramento

Além do sistema que está sendo criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que dará o diagnóstico atual dos municípios aos gestores, o governo prepara um material explicando cada meta e sugerindo meios de alcançá-las.

Marques conta que o censo escolar sofrerá alterações. As mudanças serão pequenas, segundo ele, e servem para facilitar o monitoramento das políticas ano a ano. O censo escolar é realizado anualmente em todas as escolas brasileiras.

Na análise do ministério, foram utilizados dados do próprio ministério e também do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). “O ministério elaborou uma proposta de trajetória para alcance das metas para cada município”, afirmou.

O material já foi avaliado e discutido com representantes dos conselhos municipais de educação, pelo Fórum dos Conselhos Estaduais de Educação, pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). “Eles avaliaram e sugeriram mudanças”, contou.

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Posted by on set 6, 2013 in ENEM, INEP, Prova Brasil, Saeb, TRI | 0 comments

Inep construirá ‘bunker’ para evitar fraude

O Estado de S.Paulo - 06 de setembro de 2013 | 2h 01

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), vai construir, por R$ 15,2 milhões, uma espécie de “bunker” de segurança que será dedicado à elaboração de questões e avaliações, como Enem, Prova Brasil e Sistema de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida). A caixa-forte deve ficar pronta em março de 2014.

O local será usado para análise e revisão de conteúdo do Banco Nacional de Itens, que reúne as questões dos exames organizados pelo instituto. O objetivo é garantir a segurança dos processos e aprimorar a produção dos itens.

O Inep tem um histórico de problemas nas avaliações. Em 2009, a prova do Enem chegou a ser furtada da gráfica – o material foi oferecido à reportagem do Estado, que avisou o MEC e o exame foi cancelado. Itens da prova de 2011 ainda vazaram para alunos de um colégio privado de Fortaleza, o que resultou na anulação de 14 questões de 1.139 estudantes.

A estrutura do bunker, com 988 m² e 24 ambientes, incluirá acesso restrito. O projeto, cujo edital está aberto, prevê sistema de monitoramento com 101 câmeras, controle de entrada por leitura biométrica e escaneamento de objetos. O espaço será construído na nova sede do instituto, no Setor de Indústrias Gráficas, em Brasília.

 

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Posted by on set 5, 2013 in Avaliação Educacional | 0 comments

MEC divulga guia para o Enem 2013

Giovana Teles

Brasília

Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quinta-feira (5), o guia para quem vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no fim de outubro. Entre as regras descritas no documento, está a determinação para alunos que fizerem graça nas respostas. Eles levam nota zero.

O guia tem cinco redações que tiraram nota máxima no ano passado e comentários sobre essas provas. A correção das redações vai ser feita por dois profissionais. Se houver diferença de mais de cem pontos, passa para um terceiro. Caso continue, vai para uma banca. Segundo o MEC, não há possibilidade de alterar a nota da redação depois que ela for divulgada.

O texto da redação é dissertativo-argumentativo. O candidato tem que dar a opinião dele, elaborar uma tese sobre o tema proposto, com argumentos consistentes e, no fim, fazer uma proposta de intervenção, de solução para o problema apresentado.

Os corretores da prova vão analisar se o aluno domina a escrita formal, se ele entendeu o tema, defendeu a ideia dele sobre o assunto e como organizou as informações e se o texto foi estruturado de forma lógica e coerente.

Ganha nota zero, por exemplo, quem fugir do tema, escrever só sete linhas, escrever gracinhas – como já fizeram: receita de macarrão, hino de time, palavrões e fizer desenhos.

Assista o vídeo do Jornal Hoje/Globo sobre o tema:

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/09/mec-divulga-guia-para-o-enem-2013.html

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Posted by on set 5, 2013 in Avaliação Educacional | 0 comments

Seleção aberta para projetos acadêmicos na área de desenvolvimento social

Em parceria com o CNPq, edital seleciona projetos que irão receber até R$ 100 mil. Prazo para enviar propostas é 16 de outubro

 Divulgação / Portal Planalto

Com o objetivo de apoiar e financiar pesquisa acadêmica na área de proteção e desenvolvimento social, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram, nessa segunda-feira (2), um edital  que selecionará as melhores propostas ligadas à área.

Serão investidos R$ 2 milhões em pesquisas, que serão repassados ao CNPq em duas parcelas. Os projetos devem ser encaminhados até o dia 16 de outubro, pelo site da entidade. O objetivo é apoiar os estudos de pesquisadores vinculados a universidades, centros de estudos e empresas públicas de pesquisa sobre o Plano Brasil Sem Miséria e sobre as políticas sociais. Além disso, o MDS deseja estimular a formação de uma rede de pesquisadores sobre as ações e serviços ligados à pasta.

 

Financiamento

O valor máximo de financiamento é de R$ 60 mil para projetos em que o coordenador tenha titulo de mestrado e R$ 100 mil para projetos coordenados por um doutor. O prazo para execução dos projetos é de 18 meses. Depois da apresentação das propostas, os projetos passarão por uma análise de acordo com os temas. A previsão é de que o resultado com as pesquisas selecionadas seja publicado no Diário Oficial da União e no site do CNPq em novembro.

Os projetos devem seguir os temas propostos: Assistência Social; Bolsa Família – Estratégias para alívio e superação da Pobreza; Inclusão Produtiva; Segurança Alimentar e Nutricional; Temas transversais e Ações de integração de políticas de desenvolvimento social; Economia e financiamento das Ações de Desenvolvimento Social e Combate à Fome; e Análise de dados secundários das bases sociais disponíveis no MDS e outros estudos.

Segundo o coordenador do Departamento de Avaliação da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi), Alexandro Rodrigues, a iniciativa beneficia todas as partes. “A academia sai ganhando porque se aproxima das políticas sociais; ganha o ministério, que pode aperfeiçoar suas ações a partir das avaliações externas e, assim, a população também é favorecida pelas pesquisas”, comentou.

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Posted by on set 3, 2013 in Avaliação docente, Avaliação Educacional, Educação | 0 comments

Professor não precisará fazer prova para promoção de carreira

 

PAULO SALDAÑA - O ESTADO DE SÃO PAULO – 29/08/2013 – SÃO PAULO, SP

Professores da rede estadual de São Paulo poderão optar em não fazer a prova de mérito para obter promoção na carreira. Comissão paritária formada entre a Secretaria de Educação e sindicatos definiu anteontem que os docentes da rede poderão apresentar um memorial com síntese da atuação pedagógica, atividades na escola e até práticas fora da rede.

Ainda não está definido quando a mudança passa a valer. Segundo a secretaria, o que foi definido deve passar por outras comissões e pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). `A secretaria entende que ambos os procedimentos, prova e memorial, são importantes`, informou a assessoria de imprensa.

Criado em 2009, a prova sempre causou polêmica na rede. Hoje, ela é realizada todos os anos – a próxima ocorre no domingo – e os docentes podem conseguir promoção por desempenho a cada três anos. Sindicatos nunca concordaram com o exame e chegaram a pedir sua extinção. A discussão sobre novos critérios de promoção e evolução estão sendo feitas na comissão desde 2011.

O professor vai decidir se faz a prova ou entrega o memorial. O governo negociava manter a prova e o memorial, sem abrir a possibilidade de escolha. Outra opção do governo era que o sistema fosse alternado, o que também não foi para frente. Segundo a Apeoesp, sindicato da categoria, a manutenção de dois critérios `pioraria` o que já existe.

Entidades sindicais comemoraram. `Ter uma única prova para conseguir promoção não é certo`, defende José Maria Cancelliero, presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP). `Com o memorial, todo o serviço extra, desde projetos na escola, programas com deficientes ou mesmo atuação social, pode ser contemplado.`

Ainda não há definição sobre o que poderá ser considerado no material. Esboço desenhado na comissão indica que o conselho de escola realizará a avaliação dos arquivos, para depois ser encaminhado para a diretoria regional de ensino validar.

O professor da USP Ocimar Alavarse entende que o modelo de memorial é melhor que a prova. `É difícil encontrar prova capaz de dar conta de características do professor. O memorial retrata melhor a inserção do professor`, diz ele. `Mas é preciso definir quais critérios para avaliar esse material.`

O governo ainda deve publicar em breve decreto que revisa o esquema de evolução acadêmica e não acadêmica, abrindo leque maior de pontuação. Ainda há estudo para mudar o sistema de bonificação dos professores – hoje ancorado no Idesp, indicador que considera avaliação dos estudantes e taxas de aprovação.

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Posted by on mai 1, 2013 in Avaliação Educacional, Psicologia | 0 comments

10 things academics say students get wrong in exams

Claire Shaw
guardian.co.uk, Tuesday 30 April 2013 08.46 BST

Not many students would admit to enjoying taking exams or writing essays, but if you want to get a degree, they’re an ordeal you have to survive.

So we’ve worked out how to make the whole thing a little less stressful. We’ve persuaded four academics from a range of subject areas to tell us the top 10 things students get wrong in exams and coursework. This is what they’ve told us:

Panic and procrastination

Sometimes a task can feel so overwhelming that it’s difficult to begin, says Amber Regis, lecturer in 19th century literature at the University of Sheffield. Procrastination takes over and you just can’t seem to get anything done. The bare white page is a formidable foe when it stares back at you, untouched, from the library desk. Try not to panic, protect and manage your preparation time, and don’t put off getting started.

Lack of analysis

It can be tempting to parrot everything you know when writing essays and exam answers. But to demonstrate your understanding you should engage critically with your source material. Always assume an informed reader — they do not need a plot summary or biographies of key figures. Read through the marking scheme used by your department. You will notice some very telling words and phrases attached to the highest marks, for example: “originality of interpretation”, “astute engagement” and “critical thought”. To fulfil these criteria, you must favour analysis.

Poor planning

In exams it’s vital that you don’t jump the gun. Take the first five to 10 minutes to read through the paper and plan the questions you’re going to answer in order of how confident you feel in that subject area, says Bhavik Patel, lecturer in physical and analytical chemistry at University of Brighton. Make sure you secure the marks on the questions that you find easiest to answer first, before attempting questions that are more difficult. The latter often make you lose confidence and time during exam conditions.

Not reading the question properly

When revising, students often rehearse answers in their head. says Roy Jackson, course leader in religion, philosophy and ethics at theUniversity of Gloucestershire. “Although we don’t deliberately intend to catch them out in exams, we do set questions that requires them to think and reflect under timed conditions. But instead students will often pick up key words in the question and write out a rehearsed response.”

This can be avoided by taking some time to reflect upon the question, rather than seeing that as wasted time and rushing to fill the pages.

Focusing on word count

In both exam responses and coursework, students are often more concerned with quantity rather than quality. The best essays are those that demonstrate evidence of personal reflection and are not just trying to achieve a word limit.

Insufficient reading around a subject

During revision time, students are too selective in what they choose to read, selecting one or two books and remembering as much from those as possible. What comes across in a good essay is confidence, and this can only be achieved by demonstrating plenty of reading on a subject, so that you can be prepared for any question that you come across. This also requires giving yourself plenty of time to read, and not leaving it until a few days before an exam or assignment.

Regurgitating in-class or lecture material

In English we are looking for excitement and originality of thought backed up by evidence and we don’t want you to take our formulations as gospel truth, says Martin Eve, lecturer in English literature at the University of Lincoln. Challenge – and think for yourself.

Over-generalisation

Always make sure your statements are specific and show self-awareness. Do say: “There is no one single representation of working-class life in post-50s British fiction”. Don’t ever go for something like: “Novels that feature the working class show us that these people…”

Carelessness

Getting characters’ names or other basic factual details wrong just smacks of not caring. If you don’t care enough to do this correctly when you’re paying to be at university, what will an employer think when he or she is paying you?

Spelling, grammar and register

Universities have a standard academic English in which you should write. The best way to become proficient at this is to read a great number of academic journal articles and books and mirror the register, language and tone (but not the content: never plagiarise!). It can also help to write a small amount every day as a form of practice.

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