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Posted by on dez 12, 2013 in Ciência, Metodologia, Pesquisa, Pesquisa Social, Psicologia | 0 comments

Saúde e educação são as prioridades dos brasileiros, aponta Ipea

Fonte: IPEA / 12/12/2013 12:10

Pesquisa foi apresentada durante entrega do Prêmio ‘My World’, da ONU

Quais são as prioridades dos brasileiros? 88% querem melhoria na saúde e 73%, educação de qualidade. Pesquisa do Ipea revela ainda que 61% se preocupam com a violência e 60% desejam melhores oportunidades de trabalho. Os dados, inéditos, foram apresentados pelo presidente do Instituto e ministro da SAE, Marcelo Neri, durante cerimônia em que o Ipea recebeu da Organização das Nações Unidas (ONU) o prêmio My World, nesta quinta-feira (12/12), em Brasília.

A pesquisa ainda abordou questões como: Quais prioridades recebem destaque diferenciado entre os menos escolarizados, os mais pobres e os beneficiários do Bolsa Família? O que merece atenção especial entre mulheres, negros, nordestinos e no interior dos estados? Como as prioridades brasileiras se comparam às do resto do mundo?

My World
O Ipea recebeu a premiação da Campanha do Milênio da Organização das Nações Unidas por ter dado a maior contribuição da América Latina e Caribe para a pesquisa Meu Mundo (My World), que ouve e registra as prioridades da população mundial para subsidiar a revisão da agenda global dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) pós-2015.

A iniciativa resultou de um encontro entre a coordenadora global da campanha e Neri, que propôs incorporá-la às pesquisas do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips). Anunciado durante cerimônia em Nova York, o prêmio foi entregue pelo representante do Sistema Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek.

Veja os gráficos da apresentação do ministro da SAE/PR e presidente do Ipea Marcelo Neri:

 

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Posted by on dez 6, 2013 in Ciência, Metodologia, Pesquisa | 0 comments

Mediações – Revista de Ciências Sociais

v. 18, n. 1 (2013)

Sumário

Apresentação PDF
9-10

Dossiê

As Ciências Sociais na Era do Zettabyte PDF
Ronaldo Baltar, Cláudia Siqueira Baltar 11-19
Manifesto da Ciência Social Computacional PDF
Rosaria Conte, > et al. 20-54
Métodos Quantitativos e Pesquisa em Ciências Sociais: Lógica e Utilidade do Uso da Quantificação nas Explicações dos Fenômenos Sociais PDF
Marília Patta Ramos 55-65
Acesso a Bases de Microdados: Aplicações e Impactos nas Pesquisas em Ciências Sociais PDF
Susana da Cruz Martins, Rosário Mauritti, António Firmino da Costa 66-82
Indicadores de Desigualdade de Gênero no Brasil PDF
José Eustáquio Diniz Alves, Suzana Marta Cavenaghi 83-105
Análise Quantitativa de Fontes Paroquiais e Indicadores Sociais Através de Dados Coletados Para Sociedades de Antigo Regime PDF
Ana Silvia Volpi Scott, Dario Scott 106-124
Serviços Públicos e Mitigação da Pobreza Rural no Brasil PDF
José Roberto Vicente 125-140
Public Services and Rural Poverty Mitigation in Brazil PDF IN ENGLISH
José Roberto Vicente 125-140
Vitimização e Sentimento de Insegurança no Brasil em 2010: Teoria, Análise e Contexto PDF
Doriam Borges 141-163
A Heterogeneidade da Vulnerabilidade Social das Juventudes: Uma Perspectiva Empírica Através do Método Grade Of Membership PDF
Julimar Santos Pinto, André Junqueira Caetano 164-182
Redes (Des)Conexas de Intervenção Local na Violência infanto-Juvenil PDF
João Sebastião, Joana Campos, Sara Merlini, Mafalda Chambino 183-205
Fontes Documentais Para o Estudo da População e da Família Escrava: Franca-SP, Século XIX PDF
Maísa Faleiros da Cunha 206-225
O Censo de 2010 e as Primeiras Leituras Sobre a Mobilidade Espacial da População na Região Metropolitana de Campinas PDF
Henrique Frey, Ednelson Mariano Dota 226-243
As Ciências Sociais na Era do Zettabyte PDF
Ronaldo Baltar, Cláudia Siqueira Baltar 11-19
Manifesto de Ciência Social Computacional PDF
Rosaria Conte, Nigel Gilbert, Giullia Bonelli, Claudio Cioffi-Revilla, Guillaume Deffuant, János Kertész, Vittorio Loreto, Suzy Moat, Jean-Pierre Nadal, Ángel Sánchez, Andrzej Nowak, Andreas Flache, Maxi San Miguel, Dirk Helbing 20-54
Métodos Quantitativos e Pesquisa em Ciências Sociais: Lógica e Utilidade do Uso da Quantificação nas Explicações dos Fenômenos Sociais PDF
Marília Patta Ramos 55-65
A Heterogeneidade da Vulnerabilidade Social das Juventudes: Uma Perspectiva Empírica Através do Método Grade Of Membership PDF
Julimar Santos Pinto, André Junqueira Caetano 164-182
Redes (Des)Conexas de Intervenção Local na Violência Infanto-Juvenil PDF
João Sebastião, Joana Campos, Sara Merlini, Mafalda Chambino 183-205
Fontes Documentais Para o Estudo da População e da Família Escrava: Franca-SP, Século XIX PDF
Maísa Faleiros da Cunha 206-225
Análise Quantitativa de Fontes Paroquiais e Indicadores Sociais Através de Dados Coletados Para Sociedades de Antigo Regime PDF
Ana Silvia Volpi Scott, Dario Scott 106-124

Artigos

Profecias Apocalípticas na Cosmologia Mbya-Guarani PDF
Rodrigo Luiz Simas de Aguiar 244-256
Ser Católico é Ser Exclusivista? Reflexões e Provocações Sobre um Fenômeno “Moderno” PDF
Rodrigo Portella 257-270
Negação do Homem, Afirmação da Política: Nicolau Maquiavel e a Politicidade Moderna PDF
Paola Baldovinotti Serpa 271-291
Desigualdade, Pobreza e Ações do Estado: A Visão de Elites Políticas Não-Estatais PDF
Éder Rodrigo Gimenes, Angélica Ripari, Ednaldo Aparecido Ribeiro 292-317
Gestão e Mudanças na Amplitude de Comando: Um Estudo no Setor Industrial em Montes Claros – MG, Minas Gerais e Brasil PDF
Roney Versiani Sindeaux, Hércules Antunes Soares, Jamille Alves Martins 318-336

Resenhas

A Sociologia de Octavio Ianni PDF
Maria Ribeiro do Valle 337-341
A Antropologia da Globalização e a Globalização da Antropologia PDF
Celso de Brito 342-345
Ética e Prática Política em Gandhi PDF
Dagmar Manieri 346-350
Os Homens em Perspectiva PDF
Paola Stuker 351-352

Expediente

Mediações: Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 18, n. 1, jan./jun. 2013. PDF
1-8
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Posted by on nov 21, 2013 in Ciência, Metodologia, Pesquisa Social | 0 comments

Entrevista: Como o Índice de Progresso Social pode ajudar países a pensarem suas estratégias de desenvolvimento social

Fonte: Curso Ferramentas de Gestão

13 de setembro de 2013

Nos últimos 50 anos, a humanidade avançou de maneira significativa em seus níveis de bem-estar. Contudo, o progresso conquistado foi desigual, deixando à margem do desenvolvimento muitas populações. O crescimento econômico sublinhou disparidades sociais, especialmente nas nações em desenvolvimento. Diversas iniciativas tentaram mapear esse cenário e sistematizar dados que orientam políticas e investimentos sociais com foco em ganhos econômicos, aliados a conservação ambiental e à responsabilidade social. Nesse sentido, a Fundação Avina tem se destacado e apresenta o Índice de Progresso Social (IPS).

O redeGIFE conversou com Glaucia Barros, diretora da instituição no Brasil, para entender melhor a iniciativa. Confira.

redeGIFE: O que é o Índice de Progresso Social (IPS)?
Barros: É uma iniciativa global promovida pela Fundación Avina, Skoll Foundation, Cisco, Banco Compartamos e Deloitte, que busca posicionar uma nova métrica para monitorar o desempenho das nações e colocar o bem-estar humano no centro das preocupações dos tomadores de decisões. O IPS analisa 52 indicadores em três eixos considerados estratégicos para o desenvolvimento social: a satisfação de necessidades humanas básicas, o estabelecimento de infraestrutura e instrumentos que permitam a ascensão social e a promoção de oportunidades. O cálculo é feito com base na combinação de dados das organizações das Nações Unidas e em pesquisas de percepção.

redeGIFE: Qual sua abrangência?
Barros: Nesta primeira edição, apresentada no Skoll World Forum de Oxford, em abril de 2013, foram computados dados de 50 países que abrigam 75% da população mundial. Em 2014, o modelo será aprimorado e ampliará a amostra para, no mínimo, cem países.

redeGIFE: Quando surgiu a articulação entre os parceiros que promovem essa iniciativa?
Barros: Em 2008, a Fundación Avina, a Skoll Foundation e o Banco Compartamos do México geraram uma parceria com o Instituto de Estratégia e Competitividade de Harvard, a empresa Cisco Systems e outros líderes e organizações. O objetivo era dar origem ao Social Progress Imperative, um projeto global cujo conceito inicial foi proposto em Dubai, em 2009, por Matthew Bishop, da revista The Economist, no contexto do Conselho sobre Filantropia Corporativa e Investimento Social do Fórum Econômico Mundial.

redeGIFE: Como o índice pode orientar políticas públicas e práticas de investimento social empresarial?
Barros: Os resultados do índice são acompanhados por um diagnóstico que ajuda o país a determinar seus principais desafios e suas causas, as fortalezas e limitações das instituições locais para endereçar as soluções para os problemas. Com isso, governantes e gestores empresariais e de organizações da sociedade civil podem considerar oportunidades para investir e contribuir com a melhoria dos indicadores de progresso social.

redeGIFE: De forma geral, quais são os grandes desafios para o desenvolvimento sustentável no Brasil e na América Latina?
Barros: Na dimensão de necessidades humanas básicas, o Brasil deve trabalhar especialmente em segurança pessoal e também em qualidade do ar, água e saneamento, nutrição e moradia. Em fundamentos de bem-estar, o Brasil precisa endereçar soluções para acesso a cuidados médicos de qualidade e preservar o bom desempenho em sustentabilidade dos ecossistemas. Na dimensão de oportunidades, o país deve melhorar nos indicadores relacionados ao respeito às mulheres e acesso à educação superior. Em linhas gerais, esses são também desafios colocados para outros países da América Latina, com variações relacionadas à sustentabilidade dos ecossistemas, liberdades individuais e tolerância e respeito.

redeGIFE: Durante a última Conferência Ethos, Michael Porter disse que a Fundação Avina é “um dos pioneiros na facilitação de soluções de valor compartilhado para problemas da sociedade”. Como a Fundação Avina avalia essa contribuição hoje tão reconhecida no setor?
Barros: Nossa atuação na América Latina tem se caracterizado pela identificação, fortalecimento e conexão de atores diversos, no sentido de construir e trabalhar com agendas comuns. Acreditamos que esse é o melhor valor que podemos aportar para as mudanças que queremos, a partir da concepção de desenvolvimento sustentável atualizada à luz dos desafios e avanços que vamos identificando com esses mesmos parceiros. Creditamos a esse marco de atuação os bons resultados que vimos obtendo na região em termos de inclusão de catadores nas políticas de gestão de resíduos, de acesso à água, controle de desmatamento na Amazônia e definição de metas para a sustentabilidade urbana, por exemplo.

Para saber mais sobre a iniciativa, acesse a página do Índice de Progresso Social site da Fundação Avina.


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Posted by on mar 21, 2013 in Estatística, Metodologia | 0 comments

Will the M make the &E redundant in the age of big data?

Fonte: evaluation.nu .

Posted on March 14, 2013 by admin

Monitoring and evaluation, or M&E, are two approaches to assess public interventions. Evaluation is commonly understood to be retrospective, whereas monitoring is on-going during the implementation of the intervention.

In the dawning time of big data following the invention of the internet, unimaginable large quantities of data are produced every second. Through tweets, Facebook updates, google searches, credit card transactions, electronic communications etc. private companies, governments and citizens can follow real time developments in flue outbreaks, consumer spending, public opinion etc.

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There is no doubt that big data are here to stay , but where does that leave M&E and the evaluator profession, if one can speak of one such?

Big changes will of course not happen over night. But they are likely to happen much faster and change governance patterns and the need for information dramatically. Think back on when you got your first smart phone. It is probably not that many years ago and the technology is quickly becoming available in all corners of the world.

Slowly, businesses and governments will have more and more real time accurate data on key indicators and the need for retrospective evaluation will diminish as a consequence. Because, why take the trouble of evaluating, when the results have already been provided by the monitoring of e.g. satisfaction of target groups, the reading skills of pupils, the health indicators of citizens etc.?

So, what will be of us – the evaluator? First, large quantitative data or quantifiable qualitative data need to be mined and structured. It is likely that this will be a job for the IT-guy and statisticians. The old fashioned qualitative data such as the interview or focus group are likely to slowly be redundant as target groups are simply asked to fill in online surveys on their devices, allow cookies and apps to monitor their behavior or interact on social media. The old fashioned evaluator might be the guy called upon to set it all up and figure out the indicators in the first few years ahead. But down the line, standard indicators are applied by the programmer in algorithms most of the time. In science, interviews will still be applied to collect qualitative contextual data. But in the evaluation trade, the demand will decrease as will the willingness to pay for expensive qualitative data collection like face-to-face interviews.

Do you agree that the future of monitoring will be glorious at the expense of evaluation? Throw a comment or read more about the subject in Robert Kirkpatrick’s interesting contribution in the European Evaluation Society’s newsletter Connections from March 2013.

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