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Posted by on set 18, 2013 in Avaliação Educacional, Educação Superior, SINAES | 0 comments

Cursos de Medicina poderão ter testes a cada dois anos

 

LÍGIA FORMENTI E DAIENE CARDOSO - O ESTADO DE SÃO PAULO – 18/09/2013 – SÃO PAULO, SP

O relator da Medida Provisória dos Mais Médicos, deputado federal Rogério Carvalho (PT-SE), incluiu no relatório a ser analisado pelo Congresso Nacional a realização de teste obrigatório de progresso dos estudantes durante o curso de Medicina.

Pela proposta, o aluno seria submetido a uma avaliação a cada dois anos e, na especialização, faria outras duas provas para avaliar o `ganho de competência.` Carvalho afirmou que a medida foi incluída por sugestão da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e de uma comissão de especialistas.

Essa medida, no entanto, já havia sido lançada pelo governo. Em outubro de 2012, a avaliação foi pivô de uma disputa pública entre os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante. O ministro da Saúde anunciou a intenção da criação da avaliação, mas, poucas horas depois, foi desmentido, em nota, por Mercadante, que afirmou desconhecer a ideia.

Na defesa da proposta, Padilha argumentava que exames periódicos, feitos ao longo do curso, poderiam corrigir a tempo algumas distorções, algo que poderia trazer mais segurança aos estudantes. Atualmente, a avaliação é feita pela Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), por meio do Enade, uma prova nos 1.º e 6.º anos da graduação de Medicina. `A avaliação trará mais mecanismos para avaliar os cursos e corrigir problemas rapidamente, tão logo sejam identificados`, disse o relator.

Impor avaliação aos universitários já é prática defendida pelas associações e conselhos. O `teste de progresso` serviria, segundo a Associação Médica Brasileira (AMB), para avaliar não apenas o aluno, mas também escolas. `Apoiamos integralmente essa medida`, diz o presidente Florentino Cardoso.

Atualmente não existe padrão nem entre as faculdades nem entre os conselhos de Medicina quando o tema é avaliação dos estudantes. Para ele, os testes deveriam ainda definir se os formandos podem ou não praticar a Medicina, como ocorre com os formandos em Direito – submetidos à prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Atualmente, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) é o único que obriga os formandos a se submeterem a uma prova no fim do curso. Quem boicota pode ter dificuldades para obter o registro.

Residência. O relatório de deputados e senadores também vai manter a residência obrigatória no Sistema Único de Saúde (SUS). Carvalho afirmou que a especialização em atenção básica, urgência e emergências será uma etapa obrigatória para quem quiser cursar cerca de 70% de cursos de especialização no País. A dispensa dessa etapa será permitida somente para cursos de residência que atualmente já são longos, como neurocirurgia, ou para especialidades como radioterapia.

Carvalho afirmou ainda que a exigência de um segundo ciclo seria feita somente depois de 2017 ou quando as vagas de cursos de residência sejam suficientes para atender a toda demanda de formandos. `A especialização não será obrigatória para todos. Mas aqueles que optarem por fazer residência terão de passar por esse curso – observada as exceções`, completou.

A duração da residência também vai variar. Para especialidades como pediatria, cirurgia geral e ginecologia, terá duração de um ano. Para outras especialidades, a duração será de 2 anos, incluindo clínica médica.

Nesta terça-feira, Padilha e Mercadante se reuniram com líderes da base governista na Câmara dos Deputados para discutir o relatório final da MP. Ele deverá ser apresentado nesta quarta-feira para a Comissão Especial Mista. A expectativa é de que seja votado em duas semanas. Depois, será apreciado pelos plenários da Câmara e do Senado, em 30 dias. / COLABOROU ADRIANA FERRAZ

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Posted by on mar 5, 2013 in Avaliação Educacional, Educação Superior, MEC | 0 comments

Novo Instrumento de Avaliação de IES

ROBERTA MURIEL CARDOSO – REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA – 05/03/2013 – BELO HORIZONTE, MG

O INEP, por meio da Nota Técnica Nº 08 CGACGIES/DAES/INEP, apresentou proposta de um novo Instrumento de Avaliação para as Instituições de Ensino Superior – IES, elaborado pela Comissão de Revisão dos Instrumentos, aprovada pela CONAES e pelo CNE em reuniões realizadas em dezembro de 2012 e janeiro de 2013.

Este novo instrumento proposto traz inúmeras modificações e parece se aproximar bem mais das finalidades do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES do que o instrumento utilizado até então.

A avaliação, conforme a proposta do SINAES, exige um instrumento flexível que possibilite um diálogo entre o avaliado e o avaliador, buscando a formação de sentido por meio de uma análise quantitativa e também qualitativa.

O novo instrumento, se bem utilizado por avaliadores capacitados, pode garantir os princípios definidos nas Diretrizes do SINAES que são o respeito à diversidade e à identidade das instituições de ensino, fundamentais para o apoio que estas IES precisam na busca pela qualidade da educação que oferecem.

O instrumento organiza-se em cinco eixos em que estão incluídas as dez dimensões definidas pela Lei 10.861/2004.

Este novo instrumento será utilizado para subsidiar os atos de credenciamento e recredenciamento de instituições de ensino para oferta presencial, além de subsidiar atos de transformação de organização acadêmica das IES.

Em cumprimento à legislação, o INEP tornou pública a proposta buscando um diálogo com as IES que poderão se pronunciar com sugestões acerca do novo instrumento que terá sua versão final apresentada no dia 15 de março de 2013.

O novo Instrumento de Avaliação Institucional Externa será um dos temas discutidos em nosso Curso de Atualização – Novas Regras que Envolvem a Avaliação e a Supervisão, que será realizado no dia 18 de março de 2013 em Belo Horizonte.

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Posted by on mar 3, 2013 in Avaliação Educacional, Banco de Itens, Censo Educacional, Educação, Educação Superior, ENEM, INEP, MEC, Prova Brasil, Saeb, Testagem adaptativa, TRI | 0 comments

Governo convoca hackers a criar programas com dados educacionais

Evento com realização do Inep e da Fundação Lemann terá premiação em dinheiro

iG São Paulo | 01/03/2013 16:53:23

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial uma convocação para que hackers entrem em seus bancos de dados. Um concurso batizado de Hackaton de Dados Educacionais vai estimular a criação de programas, games e ferramentas montados com as informações existentes sobre a Educação no País.

“O Hackathon é uma maratona de hackers, programadores, desenvolvedores e inventores em geral para promover o desenvolvimento de projetos que visem a transparência de informações públicas por meio de tecnologias digitais”, diz a página do evento .

Os participantes da maratona deverão desenvolver softwares, tais como: sites; aplicativos de celular; gráficos interativos; visualização de dados e novos serviço que promovam a mobilização da sociedade com foco na melhoria educacional do país.

O Hackathon Dados da Educação Básica acontecerá de 12 a 14 de abril em Brasília e oferecerá 3 prêmios aos vencedores para que desenvolvam os projetos apresentados: 1º colocado: R$5mil; 2º colocado: R$3mil; 3º colocado: R$2mil.

As propostas devem ser submetidas até o dia 15 de março. Esclarecimentos adicionais poderão ser obtidos pelo e-mail daeb.hackaton@inep.gov.br.

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Posted by on fev 8, 2013 in Avaliação Educacional, Censo Educacional, Educação, Educação Superior, INEP, MEC, Pesquisa | 0 comments

Preenchimento do Censo da Educação Superior 2012 vai até 26 de abril

 

Fonte: MARIANA TOKARNIA – AGÊNCIA BRASIL – 07/02/2013 – BRASÍLIA, DF

Teve início essa semana, na segunda-feira (4), o prazo para preenchimento dos questionários online no portal do Ministério da Educação (MEC) para a realização do Censo da Educação Superior 2012. As instituições de ensino superior terão até 26 de abril para o preenchimento dos dados.

O Censo da Educação Superior reúne informações sobre os cursos oferecidos pelas instituições superiores, vagas ofertadas, inscrições, matrículas, alunos ingressantes e concluintes, além de informações sobre docentes. Os questionários são preenchidos pelo representante legal ou pelo chamado pesquisador institucional. O responsável pela verificação e organização das informações é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O censo ainda é utilizado no cálculo de indicadores de qualidade do ensino superior, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC).

Durante o prazo para preenchimento do questionário, os pesquisadores institucionais podem fazer alterações ou inclusões a qualquer momento. Após esse período, o Inep verificará a consistência dos dados coletados. O sistema do censo será então reaberto para conferência e validação dos dados pelas instituições.

A reabertura este ano ocorrerá do dia 14 de maio a 19 de junho. As instituições que não participarem do censo terão a situação avaliada pelo Inep. A divulgação do levantamento será feita no dia 12 de agosto.

O modelo atual do censo é definido pelo Decreto 6.425, de 4 de abril de 2008. O objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor.

De acordo com o Censo do Ensino Superior 2011, divulgado em outubro de 2012, pelo MEC, o número de matriculas na educação superior subiu 5,7% no período de 2010 a 2011. Quanto às universidades federais, atualmente são 59. A previsão do governo federal é que até 2014 o Brasil tenha 63 universidades federais, com 321 campi distribuídos em 272 municípios.

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Posted by on dez 12, 2012 in Avaliação Educacional, Ciência, Educação Superior, MEC, Pesquisa, SINAES | 0 comments

Criação de instituto de avaliação e regulação do ensino superior é debatida na Câmara

Fonte: HELOISA CRISTALDO - AGÊNCIA BRASIL – 11/12/2012 – BRASÍLIA, DF

A criação de um instituto para avaliar e regular o ensino superior no país foi debatida hoje (10) em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. O Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), novo órgão do Ministério da Educação (MEC), também será responsável pela certificação das entidades beneficentes que atuam na área de educação superior e básica.

A medida visa a ampliar o processo de avaliação do ensino superior, a partir de critérios que incluam, por exemplo, resultados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e o atendimento à exigência do MEC de um número mínimo de mestres e doutores em universidades e centros universitários. O novo instituto ainda terá atribuição de aprovar previamente aquisições, fusões e cisões entre universidades.

O novo instituto poderá autorizar e renovar o reconhecimento de cursos de graduação e sequenciais. O Insaes vai poder decretar intervenção em instituições de educação superior. Como sanção aos infratores da lei, o instituto poderá desativar cursos, reduzir o número de vagas, suspender a autonomia ou descredenciar instituições, dar advertência ou multas de R$ 5 mil a R$ 500 mil.

Segundo o secretário de Regulação e Supervisão de Educação Superior do MEC (Seres), Jorge Messias, a multa não terá caráter arrecadativo, mas funcionará como punição às entidades de ensino com má qualidade. “Essa penalidade é compatível com o sistema financeiro que temos hoje em favor da qualidade no ensino superior”, disse Messias.

O instituto, segundo a nova lei, será composto com o atual quadro de servidores da Seres e prevê a criação de 350 cargos de especialista em avaliação e supervisão da educação superior, 150 de analista administrativo e 50 de técnico administrativo.

A criação de cargos, no entanto, é questionada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior. Para o diretor da entidade, Sólon Hormidas Caldas, o MEC está interessado na criação de uma fonte de empregos e “a criação de um órgão novo não vai agregar nenhum valor para a melhoria da qualidade da educação superior brasileira”.

O instituto assumirá uma tarefa que atualmente é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de renovação e reconhecimento de cursos de graduação. Entretanto, o Enade, um dos instrumento do MEC para avaliar a qualidade dos cursos e instituições de ensino superior públicas e particulares de todo o país, continuará sob a responsabilidade do Inep.

Para a coordenadora-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino, Madalena Guasco, defensora do projeto, “é urgente que o MEC fortaleça seu papel de supervisionar, fiscalizar e criar condições para os ciclos avaliativos da educação superior”.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo e em regime de prioridade, ainda será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara.

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