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Posted by on mar 24, 2014 in Avaliação Educacional, Banco de Itens, Censo Escolar, Educação | 0 comments

Microdados do Censo são divulgados com duas novidades

INEP

21 de Março de 2014

Os microdados do Censo Escolar 2013 estão disponíveis para consulta a partir desta sexta-feira, 21. Nesta última edição há duas novidades: a idade dos estudantes na data de referência do Censo e dados sobre alunos com deficiência que precisariam de algum recurso específico durante a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) sempre divulgou a idade com base no ano em que o aluno a completaria. Nesta edição, além dessa informação, haverá a idade na data de referência do Censo. “Como temos uma data de referência para o Censo Escolar, decidimos utilizá-la no cálculo desta variável”, explica o diretor de estatísticas educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio. Em 2013, a data foi 31 de maio.
“O que observamos nos dados foi que a distribuição de matrículas por idade em uma determinada etapa de ensino é sensível à data com a qual calculamos a idade”, explica Fábio Bravin, pesquisador da Diretoria de Estatísticas Educacionais do Inep.
A distribuição de matrículas por idade em uma etapa de ensino varia de acordo com a opção de data escolhida para o seu cálculo. Por exemplo, o número de alunos com seis anos de idade em 2013, no primeiro ano do ensino fundamental, de acordo com a data de referência do Censo, 31 de maio, foi de 2.278.230. Considerando o mês de dezembro, seriam registradas 1.049.650 matrículas de estudantes com essa idade.
A diferença ocorre porque se a referência for a idade que o aluno completa no ano, muitos alunos com seis anos na data de referência da pesquisa já teriam completado sete anos no final do ano.
Um alerta importante para o pesquisador que vai utilizar os dados do Censo, destaca Fabio, é a necessidade de que, quando houver cálculo utilizando outras bases de dados que contenham a variável idade, a data de referência utilizada para o cálculo da idade seja compatibilizada. “Isso torna as bases de dados comparáveis”.
Inclusão – A cada ano, o Inep faz uma consulta aos principais usuários dos dados do Censo, como o Ministério da Educação e suas autarquias, sobre a necessidade de coleta de novas informações. Para a última edição, a diretoria de avaliação de educação básica do Inep pediu que o Censo Escolar apontasse dados de estudantes com deficiência que precisariam de algum atendimento especial durante a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Os dados já foram utilizados pelo Inep na aplicação da Prova Brasil, da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) e da Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) em 2013.
O diretor de avaliação da educação básica, Alexandre André dos Santos, explica que além de permitir uma melhor estimativa de recursos para aplicação das avaliações no último ano, o levantamento ajudará o Inep a qualificar a informação existente em avaliações aplicadas para estudantes com deficiência. “Poderemos calcular dados específicos relacionados a estudantes com deficiência e qualificar ainda mais o debate sobre educação especial”, afirma.
Sinopses – Também estão disponíveis no portal do Inep as sinopses estatísticas do Censo Escolar, que contêm informações calculadas pelo órgão, como subsídio e guia para pesquisadores, imprensa e sociedade.
O Censo Escolar é o principal e mais completo levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Inep. As informações coletadas permitem traçar um panorama nacional da educação básica, referência para a formulação de políticas públicas e execução de programas na área da educação.
Assessoria de Comunicação Social

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Posted by on mar 13, 2014 in Ciência, Pesquisa, Pesquisa Social | 0 comments

Em 38% das casas do país, ao menos 1 pessoa acessa a web pelo celular

13/03/2014 11h34 – Atualizado em 13/03/2014 13h06
Segundo Ipea, 40,8% dos domicílios possuem acesso à internet.
Computador está presente em 48,1% dos domicílios.
Do G1, em São Paulo

Em mais de um terço dos domicílios do país (38,1%), ao menos uma pessoa acessa a internet através do telefone celular, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo mostra ainda que 40,8% das residências possuem acesso à internet e que 68% dos usuários afirmam utilizar o serviço diariamente.
A pesquisa “Sistema de Indicadores de Percepção Social: serviços de telecomunicação” ouviu moradores de 3.810 domicílios sobre temas como telefonia fixa, celular, acesso à internet, TV por assinatura e TV aberta. Segundo o Ipea, a margem de erro geral em nível nacional é de 1,34%.
No que diz respeito ao tipo de acesso à web, 32,8% afirmaram que se conectam via infraestrutura de TV a cabo, 23% via telefonia fixa e 18,3% via modem de telefonia móvel. Outros 10,6% se conectam através de banda larga via satélite, 10,2% por banda larga via rádio, 1,5% via linha discada e 3,6% por outros meios.
Os principais motivos apontados para a não contratação de serviços de acesso à internet pelos entrevistados foram: não possuir computador (59,6%), não ter condições de pagar o acesso (14,1%), não ter necessidade/interesse (8,7%) e não saber utilizar (4,3%).
O levantamento mostra que o computador está presente em 48,1% domicílios. Entre os que não possuem o aparelho, 34% dos entrevistados responderam que pagariam entre R$ 300 e R$ 800 pelo equipamento. Outros 29,3%, porém, declararam que não estão dispostos a comprar um computador.
Em relação ao preço do serviço de acesso à internet, mais da metade dos domicílios (55,2%) pagam entre R$ 31 e R$ 70.
A pesquisa também indagou sobre a velocidade de acesso contratada. Nesse item, 31,6% dos entrevistados declararam não saber qual era o pacote que haviam contratado. Nas regiões Norte e Nordeste, mais da metade dos entrevistados não sabem a velocidade que recebem da operadora.
Apenas 19,7% pagam pacotes combinados
Segundo a pesquisa, em 9,1% dos domicílios brasileiros não há utilização de nenhum dos serviços de telecomunicações. “Provavelmente, nesse grupo estão domicílios situados na zona rural e/ou de mais baixa renda”, afirma o estudo.
Segundo o levantamento, 90,5% dos domicílios possuem TV aberta, enquanto 26,6% possuem TV por assinatura.
O estudo mostra que a ampla maioria, 70,6%, contrata os serviços de telecomunicações separadamente e que apenas 19,7% pagam por pacotes combinados. “Isso pode ser consequência, principalmente, do fato de o domicílio contratar os serviços de prestadores diferentes ou da ausência de oferta de pacotes em todas as áreas. Outra possível causa é a oferta de pacotes combinados não atenderem às possibilidades econômicas das famílias”, diz o Ipea.
Nos tipos de pacotes citados pelos entrevistados, a pesquisa mostra o predomínio dos serviços de telefonia fixa, de banda larga e TV por assinatura. A telefonia fixa está presente em 80%, enquanto a banda larga está em 91,2%. Aqueles em que ambos estão presentes representam 76,4% dos pacotes. O tipo mais contratado, 30,1%, é o que contém somente os serviços de telefonia fixa e banda larga. Ainda segundo o Ipea, o valor pago por pacote se concentra entre R$ 71 e R$ 150.
Em 15,5% das casas, ninguém tem celular
Segundo o Ipea, o serviço de telefonia fixa está presente em 54,4% dos domicílios brasileiros. “Dos que não possuem telefone fixo no domicilio, quase dois terços afirmaram que o celular substitui o telefone fixo. Daí prescindirem dele”, diz o relatório.
Com relação à telefonia móvel, 15,5% responderam que no seu domicílio nenhum morador possuía telefone celular. Em 29,2% das casas, todos os moradores possuem o serviço, enquanto em 16,3% menos da metade dos residentes tem telefone móvel.
A modalidade pré-paga é utilizada em 82,5% dos domicílios e a pós-paga, em 5,9%. Do total de entrevistados, 78,6% afirmaram que utilizam somente o serviço pré-pago e 2% informaram usar o serviço pós-pago, enquanto 3,9% afirmaram adotar ambas as modalidades.

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Posted by on mar 13, 2014 in Avaliação Psicológica, Psicologia | 0 comments

VII Congresso da ASBRo

Por Sonia Regina Pasian, Comissão Organizadora do VII Congresso ASBRo

Olá, prezados colegas!

Em 2014 a Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (ASBRo) completará 21 anos de existência, juntamente com os 50 anos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP) e os 50 anos do Curso de Psicologia desta Unidade. Diante de tão importante comemoração, a ASBRo realizará o VII Congresso da ASBRo na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, no Campus da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto (SP), no período de 14 a 16 de Abril de 2014.
O tema central do VII Congresso da Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos será: “Desafios para a prática ética da Avaliação Psicológica”. Temos a expectativa de promover um espaço para amplos debates, avanços e difusão do desenvolvimento científico da área da Avaliação Psicológica, em especial, os métodos projetivos. Como ocorre em todos os nossos eventos, temos também como objetivo promover a Psicologia nos âmbitos sociais, atendendo as demandas atuais e difundindo o uso dos métodos projetivos, pautando-se em princípios éticos que envolvam o cuidado e a formação do profissional.
Muito nos honrará sua participação no VII Congresso ASBRo, bem como divulgação das atividades. Veja mais informações em http://www.asbro.org.br/congresso2014/ .

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Posted by on dez 12, 2013 in Ciência, Metodologia, Pesquisa, Pesquisa Social, Psicologia | 0 comments

Saúde e educação são as prioridades dos brasileiros, aponta Ipea

Fonte: IPEA / 12/12/2013 12:10

Pesquisa foi apresentada durante entrega do Prêmio ‘My World’, da ONU

Quais são as prioridades dos brasileiros? 88% querem melhoria na saúde e 73%, educação de qualidade. Pesquisa do Ipea revela ainda que 61% se preocupam com a violência e 60% desejam melhores oportunidades de trabalho. Os dados, inéditos, foram apresentados pelo presidente do Instituto e ministro da SAE, Marcelo Neri, durante cerimônia em que o Ipea recebeu da Organização das Nações Unidas (ONU) o prêmio My World, nesta quinta-feira (12/12), em Brasília.

A pesquisa ainda abordou questões como: Quais prioridades recebem destaque diferenciado entre os menos escolarizados, os mais pobres e os beneficiários do Bolsa Família? O que merece atenção especial entre mulheres, negros, nordestinos e no interior dos estados? Como as prioridades brasileiras se comparam às do resto do mundo?

My World
O Ipea recebeu a premiação da Campanha do Milênio da Organização das Nações Unidas por ter dado a maior contribuição da América Latina e Caribe para a pesquisa Meu Mundo (My World), que ouve e registra as prioridades da população mundial para subsidiar a revisão da agenda global dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) pós-2015.

A iniciativa resultou de um encontro entre a coordenadora global da campanha e Neri, que propôs incorporá-la às pesquisas do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips). Anunciado durante cerimônia em Nova York, o prêmio foi entregue pelo representante do Sistema Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek.

Veja os gráficos da apresentação do ministro da SAE/PR e presidente do Ipea Marcelo Neri:

 

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